Este é um relatório que descreve os impactos humanos e sócio-econômicos da contaminação de organismos geneticamente modificados na Espanha. O relatório, "Testemunhos da Contaminação" é baseado em testemunhos, coletados em 2007, de produtores que tenham sido prejudicados direta ou indiretamente como resultado da contaminação do milho modificado MON810 da Monsanto. Esta coleção de depoimentos retrata uma realidade preocupante: grave contaminação de culturas não-modificadas está acontecendo no único país da União Européia cujo governo permite plantio em escala comercial do MON810.
Testimonies of Contamination - Why Co-existence of GM and Non-GM Crops Remains Impossible.pdf
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
CTNBio aprova milho transgênico, sob protesto do Greenpeace
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a liberação comercial de duas variedades de milho geneticamente modificado e uma de algodão, além de uma vacina contra infecção intestinal de aves.
O primeiro item da pauta, uma variedade de arroz geneticamente modificado, acabou não sendo examinado porque os conselheiros concluíram que o assunto precisaria ser melhor analisado.

Eles seguraram uma faixa com os dizeres: "Dilma, veneno no meu prato não". O presidente da CTNBio, Walter Colli, pediu para que se retirassem da sala. Eles, porém, assistiram integralmente à reunião, em pé.
Fonte: Estadão
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Artic Sunrise: próxima parada Recife ( É Agora ou Agora - 4)

Em Fortaleza, o tema principal foi energia eólica. Em Recife, os dias de visitas serão 14 e 15 de fevereiro.
Para saber mais: Greenpeace
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Artic Sunrise se despede de Belém (É Agora ou Agora 3)

Para saber como foi a passagem do navio por Belém, é só acessar o site do Escriba.
Conhecer os objetivos e o calendário, acesse o blog da expedição e o site do Greenpeace.
sábado, 31 de janeiro de 2009
É Agora ou Agora (2)

Em sua visita prometeu agilizar a realização de um plano de manejo e determinar que atividades ilegais na reserva promovida pelos invasores sejam coibidas. O plano de manejo é fundamental para dar as diretrizes para as atividades que podem ser realizadas dentro da reserva, que é uma Unidade de Conservação.Além disso, deu seu apoio às energias renováveis.
Para saber mais, visite o site do Greenpeace.
Foto: Greenpeace / Rodrigo Baleia
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
É Agora ou Agora

Para ajudar, faça a sua parte. Envie uma mensagem para o governo brasileiro, pedindo para ele fazer a dele, ou seja, zerar o desmatamento na Amazônia, estimular energias renováveis e criar um rede de reservas marinhas para manter os oceanos vivos.
A divulgação da campanha se dá através do Artic Sunrise, o navio do Greenpeace que está no Brasil. A expedição começou em Manaus e vai passar por Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos. Para acompanhar a expedição acesse o blog do greenpeace.
Abaixo as datas:
Dias 10 e 11/01 o navio esteve em Manaus (AM)
29, 30, 31/01 e 01/02 – Belém (PA)
Armazén 3
Estação das docas
07 e 08/02 – Fortaleza (CE)
Armazém A2
Terminal de passageiros
14 e 15/02 – Recife (PE)
Porto de Recife
Proximo ao Marco Zero
07 e 08/03 – Salvador (BA)
Porto de Salvador/Codeba
21 e 22/03 – Rio de Janeiro (RJ)
Pier Mauá
28 e 29/03 - Santos (SP)
Porto de Santos
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Chocolates Hershey's entram para o guia verde do Greenpeace
O consumidor brasileiro já pode consumir chocolates da Hershey's sem culpa. A empresa enviou carta ao Greenpeace se comprometendo a usar apenas ingredientes livres de transgênicos na fabricação de seus produtos. Segundo o documento assinado pelo diretor geral da empresa no Brasil, Aluizio Periquito Neto, a Hershey's agora passará a usar ingredientes de fornecedores que garantem
matéria-prima livre de transgênicos.
"A postura da Hershey's mostra sua preocupação com o desejo do consumidor e gera um efeito dominó em toda a cadeia produtiva, porque obriga os fornecedores a trabalhar com produtos que não causem danos ao meio ambiente. Fornecedodres que nao se adequam às vontades dos clientes tendem a perder mercado, como aconteceu com a Cargill neste caso", afirma Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace.
A Cargill era uma das principais fornecedoras de matéria-prima da Hershey's, mas ao não garantir ingredientes como óleos e lecitina de soja e gordura vegetal livres de transgênicos, foi substituída pelas empresas Brejeiro e Imcopa - ambas presentes na lista verde do Guia do Consumidor do Greenpeace.
"É fundamental que as empresas informem o consumidor se estão usando ingredientes transgênicos para fabricar seus produtos", afirma Vuolo, coordenadora da campanha de engenharia genética do Greenpeace. "O direito à informação está previsto na lei e não pode ser negado aos brasileiros. A Garoto continua assim desrespeitando os consumidores do país."
Fonte e maiores informações: Greenpeace

"A postura da Hershey's mostra sua preocupação com o desejo do consumidor e gera um efeito dominó em toda a cadeia produtiva, porque obriga os fornecedores a trabalhar com produtos que não causem danos ao meio ambiente. Fornecedodres que nao se adequam às vontades dos clientes tendem a perder mercado, como aconteceu com a Cargill neste caso", afirma Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace.
A Cargill era uma das principais fornecedoras de matéria-prima da Hershey's, mas ao não garantir ingredientes como óleos e lecitina de soja e gordura vegetal livres de transgênicos, foi substituída pelas empresas Brejeiro e Imcopa - ambas presentes na lista verde do Guia do Consumidor do Greenpeace.
"É fundamental que as empresas informem o consumidor se estão usando ingredientes transgênicos para fabricar seus produtos", afirma Vuolo, coordenadora da campanha de engenharia genética do Greenpeace. "O direito à informação está previsto na lei e não pode ser negado aos brasileiros. A Garoto continua assim desrespeitando os consumidores do país."
Fonte e maiores informações: Greenpeace
terça-feira, 20 de maio de 2008
Brasil é denunciado por cultivo de transgênicos em reunião na Alemanha

Brasília - O Brasil está sendo denunciado internacionalmente por ambientalistas pelo plantio irregular de transgênicos. Organizações do setor entregaram a representantes de entidades internacionais reunidos na Alemanha documento que aponta falta de ação do governo brasileiro em relação a plantios ilegais e ausência de estudos de impacto ambientais das espécies liberadas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
Os ambientalistas estão participando da reunião de partes do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que segue até amanhã (16), em Bonn, na Alemanha. A denúncia baseia-se em dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pede a suspensão das decisões que liberaram o plantio comercial de milho transgênico no Brasil.
“Apresentamos a cinco organizações da sociedade civil essa denuncia aqui na Alemanha, na terça-feira (13). Ainda não sabemos o que vai acontecer daqui para frente. O que podemos dizer é que o Comitê de Cumprimento recebeu a denúncia e agora ela será avaliada”, disse a coordenadora da campanha de engenharia genética do Greenpeace, Gabriela Vuolo, em entrevista hoje (15) ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.
De acordo com Gabriela Vuolo, todos os documentos anexados são oficiais. Segundo ela, o Brasil foi denunciado por três motivos específicos: a ausência de estudos de impacto no meio ambiente e na saúde, a falta de ação do governo em relação aos plantios ilegais e a falta de participação popular nas decisões sobre o cultivo de transgênicos.
“O governo brasileiro foi notificado com uma cópia da denúncia, mas até o momento não se manifestou. Esperamos que o Brasil tome as medidas necessárias e que um comitê verifique o que for feito”, informou a coordenadora.
Segundo ela, os ambientalistas já haviam encaminhado uma série de perguntas para o Itamaraty questionando o cumprimento do Protocolo de Cartagena, mas nunca receberam resposta.
Para saber mais: clique aqui.
domingo, 30 de março de 2008
Documento do Greenpeace sobre as evidências científicas sobre riscos ambientais e de saúde de duas linhagens de milho geneticamente modificado
Relatório do governo da Áustria com evidências científicas sobre os milhos transgênicos MON810, da Monsanto, e Liberty Link, da Bayer
Informe examina as recentes evidências científicas sobre potenciais riscos ambientais e de saúde de duas linhagens de milho geneticamente modificado - MON810 e T25
http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/
greenpeacebr_061030_transgenicos_relatorio_austria_port_v1
Informe examina as recentes evidências científicas sobre potenciais riscos ambientais e de saúde de duas linhagens de milho geneticamente modificado - MON810 e T25
http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/
greenpeacebr_061030_transgenicos_relatorio_austria_port_v1
Documento do Greenpeace sobre milho transgênico está acabando com os cultivos de milho ecológico
Jornal “El País”, quinta feira 19 de outubro de 2006, página Sociedade, 45
O milho transgênico está acabando com os cultivos de milho ecológico
O pólen contamina os campos e os agricultores têm que vender a produção a
um preço mais baixo.
Carmen Morán, Tauste
Afirmam que essa é uma coexistência impossível. O milho transgênico e o ecológico.
Aragão é a região que possui mais hectares do milho transgênico, um sistema irrigado
que não deixou de crescer desde que foi autorizado em 1998. Destino contrário sofreu o
ecológico: há três anos havia na região 120 hectares e agora, apenas 30. Os agricultores
abandonam o ecológico porque o modificado geneticamente contamina seus campos com
o pólen que o vento carrega, e têm que vender suas produções a um preço mais baixo,
isso quando não perdem as ajudas européias. A produção do milho ecológico na Espanha
caiu em 42% em dois anos.
O milho transgênico está acabando com os cultivos de milho ecológico
O pólen contamina os campos e os agricultores têm que vender a produção a
um preço mais baixo.
Carmen Morán, Tauste
Afirmam que essa é uma coexistência impossível. O milho transgênico e o ecológico.
Aragão é a região que possui mais hectares do milho transgênico, um sistema irrigado
que não deixou de crescer desde que foi autorizado em 1998. Destino contrário sofreu o
ecológico: há três anos havia na região 120 hectares e agora, apenas 30. Os agricultores
abandonam o ecológico porque o modificado geneticamente contamina seus campos com
o pólen que o vento carrega, e têm que vender suas produções a um preço mais baixo,
isso quando não perdem as ajudas européias. A produção do milho ecológico na Espanha
caiu em 42% em dois anos.
Artigo completo em: http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/
greenpeacebr_061019_transgenicos_reportagem_el_pais_port_v1.pdf
Documento do Greenpeace sobre as evidências contra o milho transgênico da Aventis
Ciência ruim, decisões ruins
As evidências contra o milho transgênico
da Aventis
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/
greenpeacebr_061130_transgenicos_relatorio_ciencia_ruim_port_v1.pdf
As evidências contra o milho transgênico
da Aventis
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/
greenpeacebr_061130_transgenicos_relatorio_ciencia_ruim_port_v1.pdf
Documento do Greenpeace: Monitoramento de variedades geneticamente
Monitoramento de variedades geneticamente modificadas
As falhas da Comissão Européia em proteger seus Estados-Membro
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_050731_transgenicos_documento_monitoramento_monsanto_port_v1.pdf
As falhas da Comissão Européia em proteger seus Estados-Membro
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_050731_transgenicos_documento_monitoramento_monsanto_port_v1.pdf
Relatório de Contaminação Transgênica 2006 - Greenpeace
Relatório do Greenpeace sobre a contaminação transgênica em 2006
Introdução:
A Engenharia Genética está fora de controle
cientistas acadêmicos, representantes governamentais,
agricultores, ambientalistas e consumidores levantaram
inúmeras preocupações sobre as ameaças que estas variedades
representam aos sistemas agrícolas, à biodiversidade agrícola,
ao meio ambiente e à saúde humana. Uma das preocupações
mais freqüentemente suscitada tem sido a impossibilidade de
conter estes organismos dentro dos campos onde eles são
plantados. Os Organismos Geneticamente Modificados (OGMs)
são organismos vivos que se reproduzem, espalham pólen e
produzem sementes. Em qualquer e todos os momentos do
ciclo de produção, da semente à colheita e à semente, há
uma grande possibilidade de contaminação. Após dez anos de
plantio comercial fica claro que essas preocupações são bem
fundamentadas, já que os casos de contaminação ocorrem com
regularidade.
Contaminação global pelo cultivo de variedades
geneticamente modificadas
Em 2005, a GeneWatch, do Reino Unido, e o Greenpeace
iniciaram um registro global expondo incidentes em que
organismos geneticamente modificados contaminaram
plantações não transgênicas e estoques de alimentos. O
cultivo de variedades geneticamente modificadas em ampla
escala comercial começou em 1996, mas ainda não há
um sistema de monitoramento global de seus impactos na
produção de alimentos ou no meio ambiente. Devido a esta
omissão das agências internacionais, o registro foi criado: www.
gmcontaminationregister.org
O registro contém informações de:
• incidentes de contaminação – em que alimentos, ração animal
ou um parente silvestre foram encontrados contendo material
transgênico não intencional de uma variedade ou de um outro
organismo. Estes casos são incluídos quando há evidência de
testes de laboratório de que a contaminação ocorreu;
• plantios ou liberações ilegais de organismos transgênicos –
quando há uma plantação não autorizada ou outra liberação
no meio ambiente ou na cadeia alimentar. Estes casos são
incluídos quando há reconhecimento oficial de que as regras
de liberação de organismos geneticamente modificados não
foram cumpridas;
• efeitos colaterais agrícolas negativos – quando há um relatório
na literatura científica de problemas agrícolas resultantes do
organismo transgênico e de como ele é administrado
Em 2006, informações de 24 incidentes foram incluídas no
cadastro. Além disso, três casos de 2005, um de 2004 e um de
2000, também foram incluídos no cadastro de 2006, levando o
número total de incidentes registrados na base de dados, desde
que as variedades transgênicas começaram a ser cultivadas
comercialmente em 1996, para 142. O número de incidentes
registrados em 2006 é o mais alto de todos os anos.
O artigo completo está em:
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_070214_transgenicos_relatorio_contaminacao_lores_port_v1.pdf
Introdução:
A Engenharia Genética está fora de controle
O ano de 2006 foi o décimo ano de cultivo comercial das
variedades geneticamente modificadas. Nestes dez anos,cientistas acadêmicos, representantes governamentais,
agricultores, ambientalistas e consumidores levantaram
inúmeras preocupações sobre as ameaças que estas variedades
representam aos sistemas agrícolas, à biodiversidade agrícola,
ao meio ambiente e à saúde humana. Uma das preocupações
mais freqüentemente suscitada tem sido a impossibilidade de
conter estes organismos dentro dos campos onde eles são
plantados. Os Organismos Geneticamente Modificados (OGMs)
são organismos vivos que se reproduzem, espalham pólen e
produzem sementes. Em qualquer e todos os momentos do
ciclo de produção, da semente à colheita e à semente, há
uma grande possibilidade de contaminação. Após dez anos de
plantio comercial fica claro que essas preocupações são bem
fundamentadas, já que os casos de contaminação ocorrem com
regularidade.
Contaminação global pelo cultivo de variedades
geneticamente modificadas
Em 2005, a GeneWatch, do Reino Unido, e o Greenpeace
iniciaram um registro global expondo incidentes em que
organismos geneticamente modificados contaminaram
plantações não transgênicas e estoques de alimentos. O
cultivo de variedades geneticamente modificadas em ampla
escala comercial começou em 1996, mas ainda não há
um sistema de monitoramento global de seus impactos na
produção de alimentos ou no meio ambiente. Devido a esta
omissão das agências internacionais, o registro foi criado: www.
gmcontaminationregister.org
O registro contém informações de:
• incidentes de contaminação – em que alimentos, ração animal
ou um parente silvestre foram encontrados contendo material
transgênico não intencional de uma variedade ou de um outro
organismo. Estes casos são incluídos quando há evidência de
testes de laboratório de que a contaminação ocorreu;
• plantios ou liberações ilegais de organismos transgênicos –
quando há uma plantação não autorizada ou outra liberação
no meio ambiente ou na cadeia alimentar. Estes casos são
incluídos quando há reconhecimento oficial de que as regras
de liberação de organismos geneticamente modificados não
foram cumpridas;
• efeitos colaterais agrícolas negativos – quando há um relatório
na literatura científica de problemas agrícolas resultantes do
organismo transgênico e de como ele é administrado
Em 2006, informações de 24 incidentes foram incluídas no
cadastro. Além disso, três casos de 2005, um de 2004 e um de
2000, também foram incluídos no cadastro de 2006, levando o
número total de incidentes registrados na base de dados, desde
que as variedades transgênicas começaram a ser cultivadas
comercialmente em 1996, para 142. O número de incidentes
registrados em 2006 é o mais alto de todos os anos.
O artigo completo está em:
http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_070214_transgenicos_relatorio_contaminacao_lores_port_v1.pdf
Apresentação do Greenpeace sobre como a soja chega ao seu prato?
Explica como a soja transgênica chega ao prato do consumidor, através de óleos, margarinas, achocoladatos e porquê a rotulagem de produtos fabricados com organismos trangênicos é importante já que o DNA transgênico não pode se detectado nesses produtos.
http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/consumidores/como-a-soja-chega-ao-seu-prato
http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/consumidores/como-a-soja-chega-ao-seu-prato
Guia do Consumidor do Greenpeace
De acordo com o Guia do Consumidor do Greenpeace (http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/consumidores/guia-do-consumidor-2):
Podem ser transgênicos:
Podem ser transgênicos:
Adams | Adria |
Ajinomoto | All Day (Bunge) |
Amélia (Vigor) | Ana Maria (Pullman) |
Aro (Makro) | Arosa |
Belcook | Cadbury |
Café do Ponto | Carmelita (Vigor) |
Cyclus (Bunge) | Dafap's |
Dan Top | Delícia (Bunge) |
Diet Shake (Nutrilatina) | Dizioli |
Dona Benta | Duitt |
Ebicen (Glico) | Forno de Minas (General Mills) |
Franciscano (Vigor) | Frescarini (General Mills) |
Garoto | Gourmet (Cargill) |
Halls | Hemmer |
Hershey's | Hondashi (Ajinomoto) |
Kellog´s | La Table D'or |
Leco (Vigor) | Linea |
Liza (Cargill) | Lu (Arcor) |
Luppini | Mazola (Cargill) |
Melitta | Mesa (Vigor) |
Mila (Bunge) | Oliva (Cargill) |
Olivares (Paladar) | Pastitex |
Pescal | Primor (Bunge) |
Pro Sobee (Bristol & Meyers) | Pullman |
Quero | Salada (Bunge) |
Santa Branca | Santa Edwiges |
Sazon (Ajinomoto) | Soya (Bunge) |
Sustagen (Bristol & Meyers) | Trident |
Veleiro (Cargill) | Vigor |
Virmont | Zabet (Adria) |
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