sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Soja não-geneticamente modificada ganhará certificação
As normas serão definidas pela ABNT, onde uma Comissão de Estudo Especial de Grãos Não Geneticamente Modificados está se formando. Esta é uma solicitação da Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados (Abrange), diante de uma demanda crescente por soja e milho diferenciados nos mercados interno e externo.
Serão normas técnicas específicas para a produção, transporte, segregação, rastreabilidade, armazenamento e beneficiamento de soja não geneticamente modificada, para garantir aos compradores nacionais e internacionais a origem e as especificações exigidas, de forma oficial, agregando valor ao produto.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Produtores entram na justiça contra a Monsanto
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Produtores de Sinop avaliam acionar na justiça a Monsanto
Reportagem do Diário de Cuiabá mostra como produtores lidam com a cobrança de royalties da Monsanto. É necessário pagar 2 vezes. Uma na compra, cerca de 30% do preço da safra e outra na venda, onde é feito um teste para saber se a soja é transgênica ou não. Contudo, produtores que têm sua lavoura contaminada também são obrigados a pagar. Interessante... não deveria ser ao contrário? a Monsanto pagar pela contaminação da lavoura do produtor? "A guerra dos produtores mato-grossenses à Monsanto – multinacional detentora da tecnologia de sementes transgênicas da soja, conhecida como RR (Roundup Ready) – está declarada. Depois de esgotadas todas as tentativas de diálogo com a empresa, os produtores já pensam em acionar a Justiça. Em Cuiabá, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja) prepara ação judicial contra a Monsanto. E, em Sinop (500 Km ao Norte de Cuiabá), os produtores também estudam entrar na Justiça contra a empresa.
... SINOP - Depois de várias conversações, sem resultado, o Sindicato Rural de Sinop estuda propor ação contra a Monsanto. Atualmente, cerca de 50% das lavouras da região Norte de Mato Grosso são cultivadas com variedades transgênicas. Estas se diferenciam das convencionais por serem tolerantes à herbicida à base de glifosato, usado para dessecação pré e pós-plantio, para eliminar qualquer tipo de planta daninha.
... O presidente do Sindicato, Antônio Galvan, explicou que são feitas duas cobranças. A primeira delas na compra da semente, por meio de boletos. “Em janeiro, eles cobraram R$ 0,45 cada quilo de semente, o que equivale a cerca de 30% do preço da saca”.
... O principal questionamento é quanto a segunda cobrança, que é feita na saída do produto. Ao chegar nos armazéns, o grão passa por um teste que vai apontar se é transgênico ou não. "O problema ocorre porque, em muitos casos, a oleaginosa convencional é contaminada e os produtores acabam tendo que pagar os royalties sem ter adquirido sementes transgênicas". "
Isso ocorre tanto na lavoura, por meio de polinização ou na hora do plantio, quanto na hora de estocar a safra. “Se tiver uma lavoura de soja transgênica ao lado de uma convencional, na época da florada, pode ocorrer a polinização. Se as máquinas, na hora do plantio, não forem bem limpas e ficar algumas sementes de transgênicos, também pode haver a contaminação. Desta forma, na hora dos testes, são consideradas transgênicas”. "
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Royalties terão 26% de aumento
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Danos às crianças na Argentina - glifosato é o responsável
domingo, 9 de agosto de 2009
Europa cancela compras de soja dos EUA - presença de OGMs
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Soja transgênica produz 9% menos
A informação vem da Fundação Pró-Sementes, que comparou o desempenho de 40 variedades de soja transgênica e 20 convencionais em 7 municípios gaúchos. O resultado foi que em média as variedades geneticamente modificadas produziram 9% menos que as convencionais, com custo de produção equivalente.
Mesmo assim, o executivo da Fundação Rui Rosinha afirmou que a transgenia tem sua maior eficiência na facilidade de manejo. A praticidade é a única das promessas que ainda se sustenta, as demais (um mundo melhor, combate à fome, alimentos saudáveis, menores custos etc.) não resistiram à realidade.
Com informações da Farsul e Correio do Povo, 18/06/2009.
http://pratoslimpos.org.br/?p=181
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Agrotóxicos = câncer, danos ao sistema nervoso, poluição ambiental
Na entrevista da Engenheira Agrônoma Maria José Guazzelli, há a informação que "o Brasil, em 2008, tornou-se o maior consumidor mundial de venenos agrícolas (733,9 milhões de toneladas), ultrapassando os Estados Unidos (646 milhões de toneladas). Em 2007, as vendas no Brasil significaram 5,372 bilhões de dólares e em 2008, 7,125 bilhões. A cultura que mais consome agrotóxico é a soja. No total, os herbicidas representam cerca de 45% das vendas, os inseticidas 29%, e os fungicidas 21%". Ou seja, o tão famigerado argumento de que culturas transgênicas diminuem o uso de agrotóxicos não passe de marketing.
O Round up hoje é tido como um dos menos danosos (sic) herbicidas ao ambiente, fato que a engenheira agrônoma e centenas de outros pesquisadores e livros discordam (Roleta Genética, O Mundo Segundo Monsanto). domingo, 24 de maio de 2009
Para controlar resistência causada pelo glisofato (soja RR), vem aí a soja resistente ao 2,4-D (extremamente tóxico - agente laranja): CTNBio e Dow tentam disfarçar
Uma matéria publicada no jornal Gazeta Mercantil em 18 de maio informa que a Dow AgroSciences, subsidiária da americana Dow Chemical, vai entrar no mercado brasileiro de sementes de soja transgênica com uma nova variedade tolerante à aplicação de herbicidas. O pedido para testes de campo já foi encaminhado à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).A matéria não informa especificamente a qual herbicida a nova soja será tolerante. O diretor de sementes e biotecnologia da empresa apenas informa que “serão novos eventos tolerantes aos auxínicos, um regulador de crescimento que quando aplicado em doses adequadas atua como um herbicida”. A Dow é fabricante o herbicida 2,4-D, um herbicida auxínico considerado muito mais tóxico do que o glifosato (também tóxico).Curiosamente, a pauta da 123a reunião ordinária da CTNBio, onde consta o pedido para liberação planejada (teste de campo) para esta soja, também não informa a qual herbicida ela é tolerante. Genericamente, diz apenas “soja geneticamente modificada tolerante a herbicidas”.
O “lançamento” desta soja tolerante ao 2,4-D é um escândalo! Todos sempre souberam que o uso intensivo de glifosato nas monoculturas de soja transgênica provocaria o desenvolvimento de mato resistente ao herbicida. À época da liberação da soja transgênica no Brasil, alertamos exaustivamente que isto já estava ocorrendo nos países que já cultivavam soja transgênica havia mais tempo, o que estava levando os agricultores a procurar herbicidas mais antigos e mais tóxicos como o 2,4-D.
A empresa e a CTNBio estão agora tentando “disfarçar” que a nova soja é tolerante ao 2,4-D justamente porque sabem que este herbicida é extremamente tóxico!Fonte: Boletim 442- Por um Brasil Livre de Transgênicos
Para se ter uma idéia, o glifosato, cujos males ao meio ambiente e à saúde humana vêm sendo alerdeados aos quatro ventos, é classificado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como de “Classe Toxicológica IV - Pouco Tóxico”. Já o 2,4-D é um herbicida “Classe I - Extremamente Tóxico”.O 2,4-D é um dos dois componentes do famoso “agente laranja”, desfolhante utilizado na Guerra do Vietnam que provocou milhares de casos de cânceres, leucemias e patologias neurológicas, além do nascimento de bebês com deficiências físicas e mentais.
A fórmula soja transgênica + glifosato representa um desastre para os agricultores e uma ameaça à saúde dos consumidores (amplamente descrita no livro Roleta Genética, de Jeffrey Smith). E todos sabiam que sua eficácia agronômica duraria poucos anos. Substituí-la por outro pacote tecnológico muito mais nocivo para resolver os problemas causados pelo primeiro seria um crime sem precedentes das autoridades da CNTBio, que sabem, tanto como nós, dos efeitos devastadores que uma produção como estas em larga escala poderá provocar.Com informações de:- Gazeta Mercantil, 18/05/2009.- Boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária, 05/02/2009.- Pauta da 123a. Reunião Ordinária da CTNBio
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Cobrança de royalties da Monsanto se mantém
"A cobrança pelo uso da tecnologia Roundup Ready, nas lavouras de soja transgênicas do país, está mantida. A decisão foi comunicada nesta terça dia 5, pela a 9ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.Mais em: Produtores do RS são obrigados a pagar royalties
A desembargadora Marilene Bernardi foi a relatora do recurso de um caso envolvendo a Monsanto e os sindicatos dos municípios gaúchos de Passo Fundo, Sertão e Santiago. Em uma ação conjunta, os sindicatos pediram a retirada da cobrança de royalties pela multinacional. A Monsanto continuará cobrando o percentual de 2% pelo uso da tecnologia."
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Soja do PR está contaminada com transgênicos!
Falta pouco para não haver mais soja convencional...
E de acordo com o ingênuo diretor da PGP Consultoria e Assessoria, as empresas de sementes não estão agindo de má fé. (!)
Para quem não se lembra, no início, as empresas diziam que era quase impossível a contaminação da soja convencional pela transgênica. Pelos tantos casos que vão surgindo, talvez não seja assim tão impossível. Pode ser que seja até bem fácil... isso, apesar da soja ter autopolinização (isto é, a própria flor da soja se fecunda, não há necessidade do pólen de outra planta). A maior parte da contaminação deve estar ocorrendo devido à utilização de máquinas e de equipamentos para processamento mistos. Agora, imagine como será com o milho, que tem polinização cruzada (isto é, o pólen - através do vento - fecunda outra planta).
Assim, para se garantir, o agricultor terá que pedir análise do lote de sementes convencional, para caso sua produção seja contaminada, poder provar que não plantou soja transgênica. O correto seria o produtor processar (e ganhar) as empresas pela contaminação de sua lavoura. O foco está sendo dado em soja convencional, pense no produtor de soja orgânica, o quanto ele não perde com a contaminação. Contudo, quando se trata dos interesses das multinacionais, você é culpado até que prove (a muito custo) ser inocente.
Fonte e maiores informações: Invertia
domingo, 12 de abril de 2009
Diminui procura por soja transgênica no Paraná
A maior cooperativa do País, a Coamo, no Noroeste do Paraná, está pagando um prêmio R$ 2,00 a mais por saca de soja convencional, revela seu presidente, José Aroldo Galassini. sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Aprovada a importação de soja da Monsanto pela Comissão Européia
Em 10 anos, a soja poderá ser vendida em todos os 27 países-membros da União Européia, anunciou em Bruxelas nesta quinta-feira (04/12) o órgão executivo do bloco.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Polônia diz Não à soja transgênica
Há cerca de um mês, o Grupo André Maggi, a Brejeiro, a Caramuru Alimentos, a Imcopa e a Vanguarda, cinco dos maiores produtores e fornecedores de soja não transgênica do País,
anunciaram, em São Paulo (SP), a criação da Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não-Geneticamente Modificados (Abrange), com o objetivo de fomentar o desenvolvimento da produção brasileira deste tipo de grão, explica o secretário-executivo da Abrange, Ricardo Tatesuzi de Sousa. "É um mercado de enorme potencial", diz. "A Polônia, por exemplo, acabou de anunciar que só importará soja não transgênica, com demanda inicial de 2 milhões de toneladas." Além da Europa, Coréia do Sul e Japão também são potenciais compradores."
Fonte: Estadão
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
UE autoriza a importação de soja transgênica

Fonte: Agência AFP
BRUXELAS - A União Européia (UE) autorizou nesta segunda-feira a importação de produtos que incluem uma variedade de soja transgênica (A2704-12) utilizada na alimentação de animais.
A autorização é válida por 10 anos e todo produto que contenha soja modificada deverá estar estritamente etiquetado e seguir as regras européias de rastreamento.
Os países da UE não conseguiram em julho passado fechar um acordo sobre pedidos de autorização de distintas variedades de soja e algodão transgênicos, submetendo assim a decisão à Comissão Européia.
O procedimento de confiar a decisão a Bruxelas é habitual há anos no caso dos pedidos de comercialização de um OGM (Organismo Geneticamente Modificado) e evita que os países europeus se exponham ao discutir o tema dos transgênicos, de grande sensibilidade pública.
O tipo de soja autorizada, conhecida como A2704-12, foi testado em agosto de 2007 pela Autoridade Européia da Segurança Alimentar (EFSA). O órgão considerou improvável que esta soja tenha efeitos indesejados para a saúde humana, a saúde animal e o meio ambiente.
O pedido de autorização havia sido apresentado em 2005 pelo grupo alemão Bayer CropScience para o mercado holandês.
A UE não deu licenças para o cultivo de plantas transgênicas, mas aceita a comercialização de espécies importadas.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Soja RR, 1 só não basta... vem aí a próxima em 2013

"A segunda geração da soja transgênica RR da multinacional Monsanto deve chegar, em escala comercial, ao mercado brasileiro em 2013. A previsão é do vice-presidente de negócios da Monsanto Internacional, Kerry Preete, e conta com a agilidade na aprovação da cultivar pela CTNBio...
na nova variedade de soja além da resistência ao herbicida Roundup Ready, ainda inclui um gene BT que torna as plantas imunes à lagarta da soja...
para os produtores americanos a nova soja estará disponível em 2009..."
Fonte: Circuito Mato Grosso
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Testes com milho, algodão e soja transgênicos são autorizados pela CTNBio
Duas empresas de fabricação de sementes conseguiram autorização da CNTBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), para uso de sementes geneticamentes modificadas de soja, milho e algodão, importadas, para testes em campo experimental no município de Sorriso, para fins de pesquisa e melhoramento genético. As decisões foram publicadas hoje no Diário Oficial da União.Uma multinacional desse ramo de atuação importará sementes de soja da unidade da empresa em Buenos Aires, na Argentina, sendo resistente a insetos e tolerante ao glifosato. O material será utilizado no plantio da liberação planejada no meio ambiente, com objetivo de avaliação, seleção e avanço de linhagens endogâmicas e progênesis da soja.
Fonte: Só Notícias
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Duas variedades de soja transgênica foram lançadas pela Embrapa
ativo do Roundup, da empresa Monsanto. As variedades BRS 278RR y BRS 279RR são indicadas para as regiões norte e nordeste do país.As sementes transgênicas chamadas de “brasileiras” são desenvolvidas em parceria com a Monsanto, num sistema em que a Embrapa disponibiliza as variedades melhoradas e adaptadas às diferentes condições de solo e clima do Brasil, enquanto a Monsanto autoriza o uso de sua tecnologia de tolerância ao seu próprio herbicida. Nestes casos, os royalties da venda das sementes é repartido entre as duas instituições.
Fonte: Boletim 400 - Por um Brasil Livre de Transgênicos
domingo, 25 de maio de 2008
Conselho de Fiscalização de Transgênicos do PR: Pesquisa sobre soja transgênica tem apoio das multinacionais
Fonte: Conselho de Fiscalização do Cumprimento da Lei de TransgênicosA pesquisa sobre a situação da produção de soja transgênica no Paraná, realizada pelo jornal Gazeta do Povo, “está comprometida em sua veracidade, já que foi conduzida pelo CIB (Conselho de Informações sobre Biotecnologia), instituto patrocinado pelas multinacionais que vendem sementes geneticamente modificadas, como a Monsanto, Bayer, Basf e Singenta”, afirmou o engenheiro agrônomo Valdiz Izidoro Silveira, presidente da Claspar – Empresa Paranaense de Classificação de Produtos.
Valdir Izidoro destaca que “a parcialidade da matéria fica clara, quando a principal entrevistada é Alda Lerayer, diretora executiva da organização pró-transgênicos. A não prática do bom jornalismo fica evidente também ao se constatar a não realização de nenhuma entrevista com quem pudesse constentar os transgênicos. Os entrevistados pró-transgênicos puderam então defender os interesses das empresas multinacionais de sementes transgênicas”.
“Este tipo de matéria – ressalta Valdzir Izidoro – nos bons tempos do jornalismo independente deveria ser tarjada com a indicação de matéria comercial, ou seja, uma edição não condizente com o isento e honesto jornalismo”.
O QUE É O CIB – O Centro de Informações sobre Biotecnologia foi criado e é mantido pelas empresas nacionais e multinacionais do agronegócio. São patrocinadores do
CIB:
Arborgen Ltda
Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA)
Associação Brasileira de Obtentores Vegetais (Braspov)
Associação Brasileira de Produtores de Semente (Abrasem)
BASF
Bayercropsciences
Cargill Agrícola
Centro de Biotecnologia Molecular Estrutural ( IFSC - USP)
Cooperativa Central Agropecuária de Desenvolvimento Tecnológico e Econômico (Coodetec)
Dannemann, Siemsen, Bigler e Ipanema Moreira
Di Blasi, Parente, Soerensen Garcia & Associados S/C
Dow Agrosciences
DuPont do Brasil
Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL)
Koury Lopes Advogados (KLA)
Monsanto do Brasil
Nestlé Brasil Ltda
Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
Sociedade Rural Brasileira (SRB)
Syngenta Seeds
domingo, 11 de maio de 2008
Mato resistente invade soja transgênica no Paraguai
Ainda segundo o Boletim 392, o ministro de agricultura do Paraguai, Alfredo Molinas, reconheceu que o ataque da planta invasora está diminuindo o rendimento da soja transgênica, mas não informou cifras (Jornal ABC em 19 de abril). O ministro assinalou que os especialistas estão analisando métodos mais adequados para enfrentar o problema, “pensando em utilizar novamente variedades convencionais”.
Segundo a Associação de Produtores de Soja do Paraguai (APS), cerca de 70% da soja paraguaia é transgênica."
Fonte:
SciDev.Net - Science and Development Network, 01/05/2008.
http://www.scidev.net/es/news/maleza-invade-soja-transg-nica-en-paraguay.html"






