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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Regiões da Europa livres de transgênicos

Quer saber quais são as regiões livres de transgênicos? Pelo menos nos países europeus é possível saber.
É possível fazer o download de uma lista de regiões e municípios por país.
Acesse o link: http://www.gmo-free-regions.org/gmo-free-regions/italy.html

quarta-feira, 10 de março de 2010

Batata, Milho MON 810, Europa e Laranja transgênica

Na Europa, após a aprovação da batata transgênica da BASF, as oposições tomaram a voz:

A França já havia invocado os riscos ambientais para suspender o plantio do milho MON 810 da Monsanto, o qual foi a única cultura GM aprovada para plantio na União Européia antes da aprovação desta semana da batata Amflora da BASF.

O Secretário de Estado do governo francês, Chantal Jouanno, disse que a Agência de Segurança Alimentar Européia (EFSA, em inglês), cujas opiniões são usadas por executivos da União Européia, tem igonorado os efeitos ambientais dos organismos geneticamente modificados (GMOs).
O Jornal Francês Le Parisien informou: " Nós não reconhecemos eles [a comissão europeia] como especialistas [em impactos causados pelos OGMs] porque as suas opiniões são incompletas" e continua "eles [a comissão europeia] estão somente interessados nas consequências dos OGMs ao nível da saúde, não tomam em consideração os impactos ambientais no longo prazo" e citou como exemplos a contaminação 
do solo e os efeitos adversos em outras espécies."
Ainda sobre a aceitação dos países europeus à aprovação dos OGMs pela Comissão Européia,o Blog do Greenpeace publicou:

Ativistas plantam os dizeres “Livre de Transgênicos” na Suiça
"Derrotas em série para os transgênicos pelo mundo. Pouco tempo depois da Comissão Europeia aprovar a Amflora, espécie de batata transgênica, governos da Grécia, Áustria, Luxemburgo, Itália, Hungria e França anunciaram publicamente que não vão permitir a nova criatura em seus territórios. Agora, é a vez da Suíça ir além: o país baniu o cultivo de sementes geneticamente modificadas pelos próximos três anos. 

Entre os que apóiam a moratória estão os próprios fazendeiros suíços, que parecem ter brilhantemente entendido que o cultivo de transgênico prejudica aos que têm interesse em continuar cultivando sementes convencionais e até mesmo orgânicas, produto que têm alta aceitação no mercado europeu. A decisão é um soco no estômago do presidente da Comissão Europeia José Manuel Barroso, que vem tentando forçar os transgênicos goela abaixo dos países membros.

Por fim, um golpe de misericórdia. Mídia indiana comenta declaração da própria Monsanto, que em caso único em sua história, finalmente admite que sua tecnologia é falha. A multinacional que monopoliza a tecnologia de modificação genética de sementes, confirmou que a espécie de algodão inserida no país não elimina a necessidade do uso de pesticidas, como o prometido. Insetos e pragas na Índia desenvolveram resistência à semente. A notícia foi comentada pela coordenação de transgênicos do Greenpeace na Índia. (Leia aqui, em inglês)."


No Brasil, o centro de citricultura Sylvio Moreira solicitou à CTNBio testes a campo com laranjas transgênicas. As variedades teriam resistência ou forte tolerância ao cancro cítrico. Não apresentando resistência às piores doenças, que são o greening e a CVC.


Fonte: Reuters

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Comissão Europeia aprova 2 milhos GM




Após uma reunião dos ministros da agricultura europeus em que nada foi decidido, ficou a cargo da Comissão Europeia decidir sobre a aprovação de 2 variedades de milho geneticamente modificadas. Para quem não se lembra, o jornal britânico, The Independent on Sunday, revelou um escândalo na Europa. Os dirigentes de 27 países da União Européia se reuniram secretamente para acelerar os processos de autorização dos cultivos transgênicos, contrariar a oposição, acalmar a população e intervir a favor dos representantes da indústria. Nem é preciso dizer que com a decisão em suas mãos, a Comissão Européia aprovou ontem o milho MON  89034 e MON 88017, ambos da Monsanto

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Opinião do consumidor vence na Itália, nada de sorvete transgênico

Enquanto aqui no Brasil a CTNBio deita e rola na opinião dos consumidores, na Itália, a pressão popular fez com que o sorvete transgênico que não derrete, não seja comercializado na Europa, pelo menos por enquanto.
O sorvete que contém uma proteína sintética (ISP- Ice Structuring Protein) derivada de uma levedura transgênica da Unilever, com a marca Algida na Itália (é igual à Kibon, no Brasil) não entra este ano no mercado europeu. Ao contrário dos Estados Unidos e da Nova Zelândia, onde o produto já é comercializado.
Devemos começar a observar os sorvetes dietéticos da Kibon, se por acaso há esta proteína ISP no rótulo...

domingo, 9 de agosto de 2009

Europa cancela compras de soja dos EUA - presença de OGMs


Segundo o Estadão, "compradores da União Européia voluntariamente decidiram suspender as compras de soja dos Estados Unidos depois de ter sido identificado em carregamentos do produto traços de milho geneticamente modificado, informou um porta-voz da UE em Washington."
A soja iria para a Espanha e a Alemanha e apresentava traços de contaminação com o milho proibido (MON-88017 e MIR-604) na Europa. Toda a soja que não foi consumida será devolvida.
A dificuldade será encontrar farelo de soja que não esteja nem mesmo com traços de OGMs. Isso sempre foi informado aos agricultores brasileiros, se a Europa quer soja não-OGM por que os agricultores insistem em plantar transgênicos? Talvez a propaganda das empresas influencie em suas decisões, contudo, aquele que não plantou transgênico está com a venda da sua produção garantida!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Reino Unido esconde cultivos experimentais de transgênicos da população


Segundo o G1, o Reino Unido retomou em segredo os cultivos experimentais de transgênicos, um ano depois que ativistas destruíram uma lavoura de batatas geneticamente modificadas,baseado no jornal "The Daily Telegraph".
A população não foi avisada, contudo, o Ministério do Meio Ambiente, a Alimentação e os Assuntos Rurais quer que a permissão para esse cultivo continue sendo válido - já que foi concedida por três anos - e que as batatas transgênicas podem ser replantadas sem necessidade de avisar o público. (Para quem não assistou, recomendo o Documentário o Mundo Segundo Monsanto, nele a jornalista mostra pesquisadores de batata transgênica que foram demitidos por descobrirem que as batatas faziam mal aos ratos).
De acordo com o Ministério, as batatas não seriam utilizadas nem para consumo humano nem animal. Não se sabe onde está localizado o plantio, fontes informam que está protegido por cercas, câmeras de circuito fechado de TV e guardas de segurança. Isso porque todos os 54 plantios transgênicos feitos a partir de 2000 foram destruídos por ativistas.
Fonte: G1

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Agência européia quer que o milho MON810 seja autorizado na Europa


"Geneticamente Pró-OGM", foi assim que o jornal Le Monde definiu a EFSA, a agência responsável por liberar os transgênicos, similar à CTNBio no Brasil.
Segundo a EFSA, o milho MON 810 tem "pouca probabilidade de ter efeitos adversos ao ambiente, saúde humana e animal." De fato é um parecer favorável ao pedido de re-autorização por 10 anos para comercialização e plantio do milho ogm da Monsanto.
Seis países europeus (Alemanha, França, Grécia, Áustria, Hungria e Luxemburgo) baniram a sua produção na espera de um acordo comunitário sobre OGM. O milho MON 810 é cultivado somente na Espanha, praticamente.
Desde sua criação, em 2002, a EFSA recebeu da indústria agroalimentar 119 pedidos de autorizações ou re-autorizações para organismos geneticamente modificados. Mais da metade (69) estão ainda em estudo, enquanto 42 já foram analisados e todos foram aprovados. (Até parece a nossa CTNBio!).
Mas de onde vem esse fator pró-ogm? Todo ano os membros da EFSA devem apresentar uma declaração detalhada onde atestam não possuirem conflitos de interesse, financeiros ou intelectuais. Mas associações como Friends of the Earth e Greenpeace contestam a independência da EFSA. Começando por seu presidente, Harry Kuiper, o qual foi coordenador de 2000 a 2003 de um programa de pesquisa europeu no qual participaram a Monsanto, a Bayer CropScience e a Syngenta. Deve ser muito independente mesmo...


Fonte: SlowFood

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Comentários ao artigo "Transgênicos: plantio de milho ogm beneficia ambiente da UE", do site Último Segundo

Artigo do Último Segundo, "Transgênicos: plantio de milho ogm beneficia ambiente na UE", se baseia em estudo de Graham Brookes, da PG Economics, para afirmar que houve diminuição da aplicação de agrotóxicos e melhoria da qualidade do milho. Este artigo merece ser comentado.
Para quem não sabe, Graham Brookes é um consultor inglês habitualmente procurado pelas empresas da engenharia genética, por isso não é de estranhar a avaliação parcial necessariamente favorável aos OGM. Convém pois adicionar informações, bastando as mais recentes, que demonstram os prejuízos e perdas com o cultivo dos transgênicos.
O estudo não contempla certamente os prejuízos com a contaminação das culturas convencionais e biológicas (e consequente perda de certificação) e os custos para evitar a contaminação, pois se o fizesse teria de chegar à mesma conclusão de um relatório alemão publicado pela INTERBIO Alemã que contabiliza os custos e benefícios económicos associados ao cultivo de OGM. As conclusões: no curto prazo, e em condições limitadas, alguns agricultores podem receber benefícios económicos reduzidos. De resto, e em termos gerais e macro-econômicos, os únicos vencedores são as empresas (essencialmente a Monsanto) que produzem e inventam estas sementes, enquanto que toda a sociedade é chamada a cobrir os prejuízos que atingem já os milhares de milhões de dólares. Um bom negócio, portanto, mas só para muito poucos (GM agriculture incurs more costs than benefits, German BÖLW, Press Release, Berlin, 20 March 2009 http://www.boelw.de/uploads/media/BOELW_Schadensbericht_Gentechnik090318.pdf)
Para além disto na análise do cultivo dos OGM temos de ter sempre em consideração outros efeitos colaterias, e farão cair por terra eventuais benefícios a curto prazo, tais como:
- O aparecimento de resistências ao Bt que já começaram a verificar-se (Mari N. Jensen, UA entomologists have published a report on their discovery of Bt-resistant bollworms in Mississippi and Arkansas, College of Agriculture and Life Sciences, February 7, 2008, http://uanews.org/node/18133)
- Os danos ambientais com a toxina produzida pelas culturas Bt. (Effect on Soil Biological Activities Due to Cultivation of Bt. Cotton, Navdanya, 2009. www.navdanya.org/report1.pdf;  Rosi-Marshall E.J. et al. (2007), « Toxins in transgenic crop byproducts may affect headwater stream ecosystems », Proceedings of the National Academy of Sciences,104(41):16204-16208. Contact: erosi@luc.edu)
- Quebras de produção (Doug Gurian-Sherman, Failure to Yield - Evaluating the Performance of Genetically Engineered Crops, UCS, March 2009, http://www.ucsusa.org/food_and_agriculture/science_and_impacts/science/failure-to-yield.html ).
Mais de uma década de cultivos de transgênicos no Mundo já nos dão sinais suficientes de que os transgênicos não são o caminho, o futuro para a agricultura, pelo contrário, sugem evidências de que maior biodiversidade agrícola e o modo de produção biológico poderão responder melhor face às alterações climáticas.
Alexandra Azevedo
Este comentário é de Alexandra Azevedo, que tentou fazê-lo no site do Último Segundo, mas não conseguiu. Dessa forma, decidi publicá-lo aqui, com autorização da autora.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Milho MON810 continua proibido na Alemanha

Vitória da Alemanha. Vitória do ambiente. Vitória do consumidor.

Processo da Monsanto contra a proibição de cultivo do milho MON810 foi rejeitado.
 O juíz da corte administrativa em Brunswick defendeu sua decisão baseado que "se informação nova ou adicional indicar risco potencial para humanos e animais", isso já é suficiente para proibir aautorização de transgênicos. Não é necessário, no momento, qualquer grande evidência científica evidenciando um risco total (absoluto), para uma proibição ser imposta.
A ministra Aigner invocou a cláusula de salvaguarda da legislação européia de OGM dizendo que há novas evidências científicas dando "bases razoáveis para acreditar" que este milho Bt apresente risco ao ambiente.
Monsanto entrou com um processo contra a proibição pois estava convincta que não há provas suficientes para colocar a segurança de seu milho MON810 em dúvida. A empresa queria comercializar as sementes ainda nesta safra.
Fonte: Yahoo.com
Para saber mais: Alemanha proibe MON810, Brisbane Times

quarta-feira, 22 de abril de 2009

8 mil pedem a proibição do milho OGM em Espanha

Foram cerca de 8 mil pessoas  que se manifestaram este sábado em Saragoça para pedir a proibição do milho transgênico em Espanha.
Ecologistas e agricultores desfilaram pelas ruas da capital de Aragão, uma região que concentra 40% dos 80 mil hectares de milho geneticamente modificado cultivados no país.
Os manifestantes pedem ao governo espanhol para que faça o mesmo que outros países europeus, entre eles a Alemanha e a França, que proibiram o cultivo de OGM.
A Espanha é, com os seus 8 mil hectares de milho transgénico, cultivados pelo grupo norte-americano Monsanto, o maior produtor de organismos geneticamente modificados da União Europeia.
Fonte: PT EuroNews

Abaixo um vídeo da manifestação:

Mapa das regiões livres de OGM na Europa

Este é o mapa das regiões livre de transgênicos na Europa (OGM free). São mais de 230 regiões, 4200 províncias e cidades e dezenas de milhares de agricultores que se declararam OGM-free, empenhando-se a não permitir a difusão dos transgênicos no próprio território. Os países que mais aderiram foram a Itália, França Áustria e polônia.
Mais informações em: Ecoalfabeta.it

terça-feira, 14 de abril de 2009

Alemanha proibe milho MON 810

Na Alemanha, a Ministra da Agricultura alemã Ilse Aigner proibiu o cultivo de milho geneticamente modificado MON810 em todo o território, informando que existem razões legítimas para considerar "um perigo para o ambiente".
Na União Européia o milho MON810 é a única variedade geneticamente modificada cujo plantio está autorizado no território da União Europeia. Porém, o número de países a proibir o seu plantio aumentou, somando 8 com a Alemanha. Os outros países que proibiram foram a França, Áustria, Grécia, Luxemburgo e Hungria. A Itália e Polónia são outros países que mantêm moratórias sobre o cultivo de transgênicos.

Mais informações em http://gaia.org.pt e http://stopogm.net

ATUALIZAÇÃO 24/04 - 17h:
A Monsanto processou a Alemanha pela proibição do seu milho transgênico, alegando que a Alemanha o fez por questões políticas e não ambientais.
Para saber mais acesse o Portal da Alemanha ou a Reuters.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Derrota da Comissão Européia, Derrota dos Transgênicos!!

Notícia excelente!!
Há pouco houve a votação no Conselho Europeu de Ambiente, onde estavam presentes todos os ministros, da proposta da Comissão Europeia de impedir a Áustria e a Hungria de proibirem o milho transgênico MON 810 nos seus países. A Comissão Européia foi derrotada!! Eram necessários 255 votos num total de 345, e conseguiram-se 282.
Abaixo, trecho da notícia extraída do G1:
Apenas quatro países - Reino Unido, Holanda, Suécia e Finlândia - apoiaram a proposta de Bruxelas, que pedia aos ministros do Meio Ambiente a UE que votassem na suspensão das cláusulas de salvaguarda decididas pela Áustria e Hungria.
Todos os demais países votaram contra.
Este resultado antecipa uma nova derrota para a Comissão Europeia quando os países da UE forem convocados a votar para obrigar a França e a Grécia a suspender as restrições provisórias ao cultivo do milho MON 810."
Tomara que deste lado do Atlântico ocorra o mesmo!!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Cidadãos europeus têm o direito de conhecer o local de cultivo de transgênicos

Uma decisão da Corte de Justiça Européia deu o direito ao cidadão europeu de conhecer o local e as dimensões dos terrenos cultivados com OGM na Europa.
A discussão sobre a transparência das informações públicas começou com um cidadão francês, Pierre Azelvandre, que foi às autoridades de Sausheim em Alta Alsazia pedindo informações sobre o plantio de transgênicos na região. Com a recusa das autoridades em tornar púlbico o mapa dos OGM, Azevandre foi até a Corte de Justiça da União Européia, que declarou "as informações relativas ao local do plantio de transgênicos em nenhum caso poderá permanecer em sigilo".

Tradução livre de: Ambientenergia

Para saber mais Cidadãos com direito legal a saber onde estão os campos transgênicos - GAIA

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Transgênicos contaminam Orgânicos na Bélgica

Em artigo do Le Monde, a organização belga de defesa dos consumidores Test-Achats detectou traços de organimos geneticamente modificados (OGM) em 22 dos 113 produtos alimentícios testados recentemente, em uma vasta pesquisa sobre a qualidade da alimentação. Alguns desses produtos eram orgânicos. Em 2003, uma pesquisa semelhante não detectou nenhum com OGM.
Segundo a organização, 12 produtos testados continham milho e soja com traços de OGM, porém, inferiores ao limite europeu autorizado, de 0,9%, podendo ser resultado de uma contaminação "acidental".
Sete outros produtos continham traços de OGM não autorizados pela União Européia. Sua quantidade, mínina, não é o problema, mas sua natureza sim, já que eles não estão em conformidade com a regulamentação comunitária.
Além disso, 2 produtos biológicos (orgânicos) apresentaram OGMs autorizados e um produtos biológico continha mais de 0,9% não mencionado na etiqueta. Esses produtos apresentados como "sem OGM" não oferecem nenhuma garantia quanto à uma contaminação involuntária.


Partidária de uma linha "dura", a organização Test-Achats é contraria às mudanças de 1º de janeiro de 2009 na legislação européia, que prevê que uma presença "imprevisível ou tecnicamente inevitável" de OGM nos alimentos orgânicos não deve nem constar na etiqueta desde que 0,9% seja atendido...
No geral, estimam os autores da enquete, os "produtos OGM não serão por muito tempo raridade" no mercado belga, a menos que seja adotada uma legislação bem severa. Em junho de 2008, esta região promoveu uma agricultura "de qualidade, orgânica e tradicional", quaisquer que sejam as regras nacionais ou européias, o governo regional vai contra ao "ultra-liberalismo" da Comissão de Bruxelas e à sua "intransigência" frente aos países que se declaram adversários dos OGM.

Para ler o artigo completo: En Belgique, des traces d'OGM dans des assiettes bio

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Comissão Européia não conseguiu a entrada de transgênicos na França e Grécia

Mais uma vez estão a forçar a entrada de transgênicos na europa.
Desta vez, a Comissão Europeia não conseguiu os votos necessários para forçar a França e a Grécia a autorizar a entrada do milho transgênico da empresa norte-americana Monsanto.
Na votação, dos 27 países representados, 9 apoiaram a Comissão, com 123 votos; 16 países, totalizando 190 votos, foram contra ou se abstiveram.
Os peritos dos países da União Europeia reunidos no Comité permanente da cadeia alimentar e saúde animal “não conseguiram uma maioria qualificada a favor ou contra os pedidos feitos à França e à Grécia para levantar as medidas de emergência” que impedem a plantação desse milho OGM, confirmou a Comissão em comunicado.
Para saber leia a notícia completa em Público.PT, "Bloqueio na votação em Bruxelas mantém impasse sobre OGMs na França e Grécia."

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Nova Polêmica na FR em torno do Milho Transgênico MON 810

milho ogm


Um relatório da Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Alimentos (AFSSA) publicado hoje pelo jornal "Le Figaro" afirma que o milho geneticamente modificado produzido pela firma americana Monsanto, cujo cultivo está suspenso na França há um ano, não é perigoso para a saúde.
O Governo da França proibiu o cultivo do milho transgênico MON 810 depois de um estudo que focava sobretudo os impactos ambientais. Já este estudo da AFSSA se baseou no quesito saúde.


Milho transgênico permanece proibido
O primeiro-ministro francês François Fillon, afirmou que continuará proibido o cultivo de milho transgênico MON 810 para evitar risco ambiental. O anúncio foi feito após a publicação pelo jornal Le Figaro.
Interrogado sobre o encontro à Bruxelas, dia 16, Fillon observou que o relatório da AFSSA não muda a direção do governo. Isto, diz Fillo, informa que o milho MON810 nao é perigoso para a saúde mas a escolha de proibí-lo foi tomada pelo governo "com relação aos potenciais riscos ambientais". Há também o risco de "disseminação" das sementes ogm para outros campos, risco que o relatório da AFSSA não pôde dispensar.
As conclusões da AFSSA, diz Fillon, "não se rementem às nossas preocupações sobre o tema da disseminação e, portanto, manteremos a decisão de proibição adotada em 2008".

Fonte: G1 e Virgilio Notizie
Tradução da figura: OGM eu não quero.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Comissão Européia quer introduzir 2 milhos transgênicos

Abaixo, tradução livre dos artigos da ALICE Economia e VELINO.it, sobre a decisão da Comissão Européia que quer introduzir 2 milhos transgênicos na Europa, um da Syngenta e outro da Pioneer:
A aprovação de mais 2 variedade de milho, ambas geneticamente modificadas para exprimir um gene que produz um inseticida "incorporado" na planta para responder aos lepidópteros que a parasitam, estava bloqueada desde que alguns Estados membros e associações ambientais levaram 11 publicações científicas que indicavam potenciais efeitos nocivos da plantação destes ogm para o ambiente. A EFSA (FDA européia), contudo, concluiu que "as publicações não são idôneas a invalidar a avaliação de risco" e que foram publicados nates da autoridade alimentar. A decisão pasa agora para os especialistas representantes dos Estados membros, e que podem ou não aprovar a proposta da Comissão Européia apenas com a maioria dos votos. Se não for atingida a maioria, a proposta passa diretamente aos ministros dos 27 no Conselho da União Européia, que devem decidir segundo o próprio sistema. Se, também neste caso, não seja alcançada a maioria, a autorização poderá ser dada pela prórpia Comissão Européia.
Legambiente, uma associação ambiental italiana, diz que "a proposta da Comissão européia é um fato grave que esperamos fortemente venha a ser desconsiderado pelo senso de responsabilidade dos países membros chamados para votá-lo"."Se, como é claramente evidente a todos, não podemos contar com a Agência européia para a defesa da nossa saúde - declara o responsável pela agricultura da Legambiente, Francesco Ferrante - ao menos, sejam os governos a assumir a tarefa de defender o ambiente e a economia, contrariando a hipótese devastadora e irreversivel de cultivar plantas ogm na Europa..."
Para quem não se lembra, o jornal britânico, The Independent on Sunday, revelou um escândalo na Europa. Os dirigentes de 27 países da União Européia se reuniram secretamente para acelerar os processos de autorização dos cultivos transgênicos, contrariar a oposição, acalmar a população e intervir a favor dos representantes da indústria. O artigo resume alguns documentos confidenciais bastante espantosos. As reuniões secretas foram convocadas por José Manuel Barroso, presidente da Comissão Européia, e presididas por seu chefe de cabinete, João Vale de Almeida.
A Europa está lutando contra a entrada dos transgênicos. Nós também devemos fazer a nossa parte. Mande emails para as suas marcas preferidas perguntando se utilizam produtos transgênicos, acompanhe o guia do consumidor do greenpeace e não compre alimentos transgênicos. O poder está com o consumidor.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Agrotóxico da Bayer usado no arroz GM não poderá ter sua licença renovada na Europa

O glufosinato de amônio, produzido pela Bayer, usado no seu arroz transgênico, não poderá mais ter sua licença renovada, junto com outros 21 agrotóxicos. A notícia vem do site do Greenpeace.
Abaixo um trecho do artigo:

"A Comissão Européia anunciou hoje a nova lei de pesticidas, que impede a renovação da licença de mercado do agrotóxico glufosinato de amônio - usado em lavouras de algodão, milho e arroz transgênicos, dentre outras culturas - em seus países membros. Outros 21 pesticidas também entraram na lista.

Apesar da boa notícia, a lei só vale para as futuras licenças de uso e suas renovações. Com isso, algumas substâncias perigosas permanecerão sendo utilizadas até 2020, colocando em risco populações e o meio ambiente.

A conclusão do corpo de cientistas consultados pela Comissão é de que o glufosinato apresenta alto nível de toxicidade, considerado impróprio para uso em lavouras e para consumo humano, mesmo em quantidades mínimas.

O glufosinato é produzido pela Bayer, que também desenvolve transgênicos resistentes a este tóxico. Um exemplo de transgênico resistente a glufosinato é o arroz Liberty Link 62, que, no Brasil, aguarda audiência pública antes de ser votado na CTNBio."
Para saber mais: Greenpeace e OutraAgricultura

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Itália diz NÃO aos transgênicos


Abaixo, uma tradução livre do site Diario Del Web.
Um NÃO aos Ogms. É o que diz que a Confederação dos Agricultores Italianos no que se refere à notícia na qual a Comissão Européia teria uma proposta pronta para liberar o cultivo de 2 milhos transgênicos na Europa. A Confederação sublinha que é uma proposta inaceitável e que vai contra as mesmas expectativas dos consumidores europeus que em várias ocasiões se expressam contra as culturas biotecnológicas.
Notando que esta decisão é para confundir os agricultores e consumidores, a Confederação reafirma que os Ogms não servem à agricultura e que én ecessário proteger e valorizar a qualidade agroalimentar da Itália.Uma indústria agroalimentar que tem na agricultura diversificada, típica e fortemente ligada ao território, a sua espinha dorsal.
A Confederação, por isso, apela ao governo italiano de empenhar-se, na sede da UE, para evitar que a proposta da Comissão de Bruxelas passe e represente um precedente perigoso.