quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
CTNBio e o arroz nosso de cada dia
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
CTNBio é criticada no Fórum Social Mundial
"De acordo com o pesquisador e ex-representante do Ministério do Meio Ambiente na CTNBio, Rubens Nodari, as decisões da CTNBio (órgão responsável por liberar e fiscalizar os organismos geneticamente modificados) ignoram estudos científicos. É o caso da norma que determina uma distância de 100 metros entre lavouras convencional e transgênica, o que é pouco para evitar a contaminação dos grãos.
“Isso cientificamente já está provado, há muito tempo, que um grão de pólen pode viajar desde 1 metro até 6 km. Então, cientificamente, a norma da CTNBio não tem a menor base. Ela [a norma] sustenta a estratégia das grandes empresas de trazer estas tecnologias para o país sem nenhum problema e ainda lapidado por normas insuficientes e vergonhosas do ponto de vista científico"."Para saber mais acesse: Pratos Limpos.
domingo, 20 de dezembro de 2009
CTNBio recua
Presidente da CTNBio sobre OGM: "Essas coisas não fazem mal. E, se fizerem, ninguém vai saber porque não tem como monitorar todo mundo"
"A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) votará na quinta-feira (10/12) o fim do monitoramento dos efeitos adversos de organismos geneticamente modificados sobre a saúde humana e animal, o ambiente e os vegetais. A mudança desobrigará as empresas de biotecnologia de realizar estudos científicos de avaliação de riscos e de apresentar planos de monitoramento pós-liberação comercial de transgênicos no país. A informação é do jornal Valor, de hoje.
A nova regra deve "anistiar" os 25 produtos transgênicos (plantas, vacinas e enzimas) que já obtiveram aprovação para comercialização e beneficiará 11 pedidos que estão sob análise do colegiado, vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A alteração na Resolução Normativa nº 5, em vigor desde março de 2008, dependerá do voto de 14 dos 27 membros titulares da CTNBio. O grupo favorável à mudança somaria 16 votos.
Segundo Walter Colli, "Essas coisas não fazem mal. E, se fizerem, ninguém vai saber porque não tem como monitorar todo mundo. O argumento jurídico que se coloca é que monitorar só se justificaria se houvesse dúvida na análise de risco. Se o produto é idêntico ao convencional, não há razão para monitorar", explica."
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
CTNBio e sua forma arbitrária de decidir
Com o aval do Ministério da Ciência e Tecnologia, o presidente da CTNBio Walter Colli fez de tudo e mais um pouco para derrubar as atuais regras de monitoramento pós-comercialização de transgênicos. Empenhou-se até demais, tanto é que ganhou um “puxão de orelha” da Folha de São Paulo, cuja posição sempre foi abertamente favorável aos transgênicos. Para os editores do jornal, ao dizer que a tal regra é um “lixo”, Colli desqualifica norma que ele mesmo assinou e “lança suspeita desnecessária sobre a independência da comissão diante dos interesses da indústria”.
No caso da avaliação dos impactos sobre a saúde humana e animal, a regra nunca chegou a ser colocada em prática, mas mesmo assim, com a reclamação da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos -- ABIA, o presidente da Comissão convenceu-se da “bobagem” que havia feito ao deixar passá-la.
Com o intuito de reforçar as justificativas para derrubar o regramento criado há pouco mais de um ano, usou-se também uma cobrança vinda do governo canadense por meio da Organização Mundial do Comércio demandando satisfações do Brasil a respeito das leis aqui criadas.
Dentro e fora da CTNBio foi grande a pressão pela manutenção das regras de avaliação de impacto dos transgênicos, tanto é que Colli recuou e abriu mão de colocar em votação sua proposta de flexibilização. A Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados aprovou requerimento para que ele seja convocado para prestar esclarecimentos sobre a proposta de abolir o monitoramento. Cerca de 50 organizações sociais ligadas à Articulação Nacional de Agroecologia divulgaram nota de repúdio à iniciativa, que foi lida no plenário da CTNBio. O Ministério do Meio Ambiente apresentou nota técnica afirmando que “a observância do princípio da precaução não lhe é facultativa”. O Ministério do Desenvolvimento Agrário lembrou que de acordo com decisão dos ministros do Conselho Nacional de Biossegurança a discussão sobre monitoramento cabe a um grupo de trabalho que deveria ter sido instalado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. O MDA ainda solicitou à CTNBio a publicação de estudo contendo as bases científicas que justificariam mudanças nas regras.
Outra manifestação, que questionou “a forma arbitrária com que a CTNBio tem tomado as decisões relativas à liberação comercial de transgênicos em nosso país”, foi encaminha no início da semana pelo Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Paraná -- Consea. Mas ao contrário da carta da Abia, que foi entregue a todos integrantes da Comissão, a do Consea não chegou ao conhecimento dos mesmos.
Finalmente, prevaleceu o entendimento de que o monitoramento à saúde seria na verdade um “alerta” ao sistema de vigilância sanitária e que a separação dos critérios para avaliação ambiental e de saúde deve ser explicitada. Após a reunião, Colli disse aos jornais que sabia que não haveria votação e que o queria na verdade era provocar a discussão. Seja como for, em sua reunião de despedida da CTNBio, Colli teve que agir de forma ambientalmente correta e reciclar o lixo que gerou.
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Para quem quiser conferir, a reunião foi transmitida ao vivo pela internet e está disponível em http://www.ustream.tv/recorded/2838750
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Cientistas independentes são perseguidos por empresas de transgênicos
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
CTNBio aprova milho transgênico, sob protesto do Greenpeace
A reunião transcorreu em meio a um manifesto pacífico de integrantes do Greenpeace. Um grupo de quinze pessoas trajados de macacão amarelo e máscaras de gás, liderados por um manifestante com máscara da ministra da casa civil, Dilma Rousseff, entrou no auditório e se colocou entre a mesa principal e as cadeiras do auditório.quarta-feira, 23 de setembro de 2009
CTNBio brinca mais uma vez com a saúde do consumidor
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a liberação comercial de três variedades de milho transgênico. Duas espécies são os chamados ‘eventos piramidados’ das empresas Monsanto e Syngenta. Sem a presença de representantes importantes da Comissão como o do Ministério do Meio Ambiente, dois dos quatro eventos piramidados que estavam na pauta foram liberados para comercialização através de um procedimento simplificado, ou seja, sem avaliação de riscos da ocorrência de efeitos adversos. O argumento das empresas para a aprovação dos milhos transgenicos sem análise de risco é que as combinações já foram autorizadas anteriormente. Para a assessora jurídica da ONG Terra de Direitos, Juliana Avanci, de acordo com a Lei de Biossegurança, mesmo nesse caso é necessário fazer avaliação de riscos com os possíveis impactos na saúde humana, no meio ambiente e na economia.
“A análise feita anteriormente pode ser questionável. E agora, com essa combinação de dois ou mais eventos não se sabe o que isso acarreta ou o que essa contaminação poderá nos trazer. Então é uma ameaça a biodiversidade. Pelo principio da precaução, por não se saber das conseqüências, cremos que deva ser feita um estudo mais detalhado sobre esses possíveis impactos”, diz.
Jualiana ainda enfatiza que a forma de aprovação dos transgênicos no Brasil tem sido motivo de polêmica, já que as normas editadas pelo governo para impedir a contaminação não foram suficientes. Com a falta de controle sobre as plantações de transgênicos, os agricultores e consumidores estarão sujeitos à contaminação pelos novos eventos liberados sem saber quais serão as consequências dessas combinações.
sábado, 22 de agosto de 2009
Contaminação de milho transgênico: CTNBio $e recu$a a ver
A Nota Técnica feita pela Secretaria de Agricultura do Paraná em que é comunicada a contaminação de plantações de milho com variedades transgênicas no Estado, a qual teve pedido de análise feito também por OGNs e por representantes do Ministério do Meio Ambiente, não foi analisada pela CTNBio pois "a nota não trazia elementos necessários para uma discussão científica". (??)quinta-feira, 16 de julho de 2009
Audiência pública sobre safra de milho transgênico no BR
Fonte: Agência SenadoA Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) realizará audiência pública para discutir o plantio da primeira safra de milho transgênico autorizado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), conforme requerimento da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), aprovado nesta terça-feira (14) pela comissão.Por sugestão do senador Gilberto Goellner (DEM-MT), o debate será realizado de forma conjunta com a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), uma vez que as senadoras Marisa Serrano (PSDB-MS) e Marina Silva (PT-AC) também requereram audiência com a mesma finalidade naquela comissão.Serys Slhessarenko informou que decidiu pedir a audiência por estar preocupada com o controle do que é milho transgênico e convencional. No caso da soja, ressaltou, o controle é feito facilmente. Já a diferenciação do milho convencional do transgênico é difícil de ser feita, observou. Ela ressaltou que o mercado exige informação sobre qual tipo de cereal é oferecido. A falta de controle, avaliou, poderá causar prejuízos econômicos ao setor.Segundo matéria do jornal Folha de São Paulo, informou o senador Gilberto Goellner (DEM-MT), o país está perdendo o controle dos tipos de milho devido à falta de armazéns. De acordo com ele, a colheita do cereal coincide com a de soja, grão mais lucrativo para os produtores, e o milho não é armazenado corretamente.Os convidados para o debate, bem como a data de sua realização, serão definidos pelas comissões.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Regras para plantio de milho transgênico (ogm) - CTNBio
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Associação Americana de Medicina Ambiental: OGMs são um sério risco à saúde
Documento divulgado pela Academia Americana de Medicina Ambiental alertou que "os produtos transgênicos representam um sério risco à saúde", "nas áreas da toxicologia, alergias, funções imunológicas, saúde reprodutiva, metabolismo, fisiologia e saúde genética". Além disso, informa que "Há mais do que uma associação casual entre os alimentos transgênicos e os efeitos adversos à saúde". "Vários estudos em animais mostraram que os alimentos geneticamente modificados causam danos a vários sistemas orgânicos no corpo."
O relatório termina pedindo que médicos alertem seus pacientes, a comunidade médica e o público para que evitem os alimentos geneticamente modificados e que os considerem nas doenças dos seus pacientes; e uma moratória sobre os alimentos geneticamente modificados.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Palestra de Jeffrey Smith - comentários
As palestras foram excelentes. Mohamed Habib discursou sobre os desafios mais importantes para o novo milênio, no quesito transgênicos. Dentre eles, é preciso haver o reconhecimento do papel da pesquisa científica para avaliação de riscos e, a importância de se respeitar o princípio da precaução.terça-feira, 10 de março de 2009
Arroz transgênico: Ser cobaia não é bom!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Arroz Transgênico - Audiência pública dia 18/03
A audiência pública será realizada no dia 18 de março, das 9h às 13h, no auditório Freitas Nobre, no Congresso Nacional, em Brasília, DF. A audiência foi marcada na primeira reunião do ano, caracterizada com um circo, que pretende facilitar a aprovação de novos transgênicos. Os transgênicos estão cada vez mais se aproximando do nosso prato. Para evitarmos que isso ocorra temos que nos manisfestar. Abaixo, estão telefones e emails de atendimento ao consumidor e um email exemplo para envio. Faça a sua parte, diga NÃO aos transgênicos!
Arroz Blue Ville
http://www.blueville.com.br/outras/sas.asp
0800 9796122
Arroz Camil
0800 531800
http://www.josapar.com.br/faleConosco.asp?link=6
camil@camil.com.br
Arroz Namorado
0800 707 5310
http://www.namorado.com.br/site/content/fale/default.asp
Arroz Prato Fino
0800 644 7434
sac@pirahy.ind.br
http://www.pratofino.com.br/contato/contato.php
"Bom dia,
sou consumidor do arroz X há anos, assim como toda a minha família.
Gostaria de saber se vocês pretendem utilizar o arroz transgênico?
Não quero consumir transgênicos e peço para que eu possa continuar com a tradição de comer o arroz X, que não utilizem o arroz transgênico (LL62, da Bayer) que está sendo analisado pela CTNBio.
Agradeço a atenção.
No aguardo de uma resposta."
Outras fábricas (dica de Marcelo Venturi):
Arroz Fumacense
kiarroz@kiarroz.com.br
http://www.kiarroz.com.br/
(48) 3434 8888
Arroz Campeiro
campeiro@campeiroalimentos.
http://www.campeiroalimentos.
(48) 3631-8000
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
CTNBio 2009
Em 2008 a CTNBio aprovou 539 solicitações de pesquisas, liberações planejadas, projetos e relatórios. As liberações comerciais de sementes foram 8, sendo 3 de milho, 2 de algodão e 3 de vacinas contra a circovirose, uma doença dos suínos.Fonte: Canal Rural
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
CTNBio aprova o milho Herculex, parceria da DuPont com a Dow AgroSciences
O milho transgênico Herculex, da DuPont e Dow AgroSciences Industrial, foi aprovado hoje pela CTNBio. Foram 16 votos a favor contra 5 votos. Agora são 6 as variedades de milho geneticamente modificados, 1 de soja e 3 de algodão. O milho aprovado é tolerante ao glufosinato de amônio e é resistente a insetos.A Bayer e a Monsanto já tiveram variedades aprovadas ano passado. Além dessas empresas, a Syngenta também já teve uma variedade aprovada. Essas variedades aprovadas já foram multiplicadas para o plantio na safra de 2008/09.
Não podemos esquecer que o milho tem a polinização cruzada, isto é, o pólen de uma planta fecunda o estigma de outra planta. Assim, o milhoconvencional (ou orgânico) é facilmente contaminado pelo milho transgênico. Na soja isso é diferente, ocorre a autopolinização, onde o pólen de uma planta fecunda o estigma da mesma planta. Essa diferença de polinização entre as plantas ocorre por vários motivos, dentre eles o formato da flor.
Fonte: Reuters
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Importação de milho e algodão transgênicos para testes
Uma multinacional aguarda liberação da Comissão Técnica Nacional de Biosegurança para importação de 16,96kg de sementes de milho geneticamente modificadas resistentes a insetos e tolerante ao glifosato MON 89034x MON 88017. O produto, oriundo dos Estados Unidos será destinado às
unidades operativas da empresa, localizadas em Não-Me-Toque (RS), Rolândia (PR), Santa Cruz das Palmeiras (SP), Santa Helena de Goiás (GO), bem como Sorriso.
As sementes serão utilizadas no plantio da liberação planejada no meio-ambiente. Em trinta dias a comissão deve julgar o pleito. A mesma empresa também requer da CTNBio parecer técnico para liberação planejada de milho geneticamente modificado e resistente a insetos, tolerante ao glufosinato de amônio e ao glifosato MON 89034 x TC1507 x MON88017x DAS-59122-7 e suas combinações. A proposta tem como objetivo testar a eficácia do material, no controle de lepidópteros praga e larva alfinete.
Os experimentos serão conduzidos nas estações experimentais nas mesmas cidades dos respectivos Estados. A área total da liberação planejada será de 0,54 hectares, sendo que a área com o organismo geneticamente modificado será de 0,46 ha. A
A importação de 14,46kg de algodão geneticamente modificado também encontram-se em análise.
As empresas e instituições de pesquisa, em sua maioria, não têm como intenção ajudar os agricultores... sua intenção principal é produzir cultivares que possam ser vendidas para depois cobrar royalties, aumentando assim o volume de dinheiro de suas próprias carteiras. Afinal, se a intenção é ajudar o produtor, veriam que a área de transgênicos e o interesse dos produtores no Mato Grosso está diminuindo, e se focariam em algo mais útil à agricultura:
Alto custo do glifosato e logística em favor das regiões oeste e noroeste do Estado fazem variedade retroceder na lavoura a cada safra. Tecnologia OGM que já foi vista como ‘salvação da lavoura’ se revela agora em MT, uma variedade cheia de ‘poréns´.
Vedete das lavouras nas safras de 2004, 2005 e 2006, os transgênicos ou OGMs (organismos geneticamente modificados) começam a perder espaço para a soja convencional em Mato Grosso, principalmente na região oeste e noroeste, em lavouras localizadas em Campos de Júlio e Sapezal, por exemplo, onde a presença do
grão OGM recua para cerca de 5% da área plantada. A elevação de até 70% nos preços do litro do glifosato – químico específico para este tipo de variedade – e a logística favorecida por meio dos portos de Itacoatiara e Santarém, fizeram com que os sojicultores retrocedessem no planejamento da cultura e optassem pela soja convencional, a isenta de trangenia.
...“O produtor está fazendo as contas antes de plantar e está chegando à conclusão de que trabalhar com OGMs hoje sai muito caro”, aponta o diretor-executivo da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Marcelo Duarte Monteiro...
Fonte: Circuito Mato Grosso e 24h News
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Resultado da reunião da CTNBio
A CTNBio aprovou na quinta-feira a liberação comercial de duas novas variedades de milho e de um tipo de algodão geneticamente modificado no país. O milho " Roundup Ready " , produzido pela multinacional americana Monsanto, e a variedade " GA21 " , desenvolvida pela européia Syngenta - maior empresa de sementes e defensivos do mundo -, foram aprovados por 16 votos favoráveis e quatro contrários. Ambos os produtos são tolerantes ao herbicida glifosato. O colegiado também aprovou a liberação comercial do algodão transgênico " Roundup Ready " , outro produto da Monsanto." Havia dois processos de 2004 e um de 2006. Então, o que fizemos foi nivelar as liberações aos tempos de entrada dos processos " , afirmou o presidente da CTNBio, o médico bioquímico Walter Colli. " É razoável que agora a CTNBio passe a analisar processos de 2006 para cá " , disse. Também na reunião de quinta-feira, a comissão aprovou, ainda, a comercialização da vacina transgênica contra a circovirose suína desenvolvida pela companhia Intervet Veterinária.
haviam sido permitidos no Brasil: o milho tolerante ao herbicida glufosinato de amônia, desenvolvido pela alemã Bayer CropScience, além do milho " Bt Yieldgard " , da Monsanto, e da semente " Bt11 " , da Syngenta, ambos resistente a insetos. A CTNBio também aprovou nesta movimentada reunião de quinta-feira sete pedidos de liberação planejada no meio ambiente, destinados a pesquisa de campo. Os integrantes da comissão aprovaram, ainda, uma resolução normativa para disciplinar essas liberações planejadas.
Fonte: Mauro Zanatta - Valor Econômico
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Nova reunião da CTNBio para liberação de mais transgênicos
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) realiza nesta quinta-feira (18) e sexta-feira (19) a sétima reunião do ano para discutir dez solicitações de liberação comercial de organismos geneticamente modificados (transgênicos), 29 pedidos para liberação planejada no meio ambiente (pesquisas) e cinco pedidos de importação para fins de pesquisa. 
Os integrantes da comissão retomam ainda as discussões sobre a minuta da Resolução Normativa nº 6, que trata das normas para Liberação Planejada no Meio Ambiente. Entre os pedidos de liberação constam uma solicitação para uma variedade de arroz, quatro pedidos para variedades de milho, três pedidos para liberação comercial de algodão, uma solicitação de uma variedade de soja e um pedido para liberação de uma vacina inativada contra circovirose suína.
Fonte: Agência Brasil
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