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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Parece que o algodão transgênico não era assim tão transgênico...

Abaixo, tradução livre da reportagem da Ecotextile ao Laboratório Impetus. Parece que o algodão não era assim tão transgênico.
As amostras da C&A e da H&M têm grande chance de terem sido contaminadas acidentalmente com o nível aceitável de transgênicos (até 0,9%) dentro das normas orgânicas. A questão é... como que as mídias modificaram tanto assim os comentários do Dr. Lothar Kruse do Impetus? e por quê?
Será que foi uma tentativa de colocar em dúvida a produção orgânica.
Houve uma enorme quantidade de controvérsias e rumores no setor têxtil global depois que um relatório recente da FT alegou que as principais marcas européias que vendiam roupas certificadas orgânicas, mas que continham vestígios de organismos geneticamente modificados (GM ) de algodão da Índia. Algodão transgênico é proibido segundo as normas orgânicas. 
O ponto mais notável do relatório, informa que o Laboratório Impetus da Alemanha, disse que "30% das amostras que foram testadas apresentaram positivos para OGM." Quando entramos em contato com o Dr. Lothar Kruse do Impetus, que era a fonte para a citação acima, ele disse à Ecotextile Notícias, que era "necessário retificar algumas das afirmações que tenho lido em diferentes mídias. A maioria deles distorceram os fatos de seu contexto." 

Ele passou a dizer que o laboratório não tinha sido encomendado pelo jornal Financial Times Deutschland (FTD) para analisar os produtos de algodão da Índia, mas que era um trabalho diário. A maioria de suas amostras eram provenientes da indústria têxtil e de outros laboratórios que não são capazes de realizar esta análise. "Nós não sabemos a origem das amostras", disse ele. 
Dr. Kruse afirmou que cerca de 30% de todas as amostras "rotulados como 'orgânicos', 'verde' ou 'bio' tinham sido analisadas nos últimos cinco anos continham traços de modificação genética. "Mas - e isto é muito importante - eu também deixou claro que, muito provavelmente, estas amostras positivas foram "casos suspeitos ", e que esta elevada taxa não reflecte a realidade", disse ele.
Ele também confirmou que o laboratório tinha testado cerca de 500 amostras nos últimos cinco anos e que "o nível de OGM de aproximadamente 80% das amostras positivas foi inferior a 2%." É provável que a fraude deliberada renderia teores mais elevados de material OGM 

Ken Ross, CEO da US GM - laboratório de testes do Global ID Grupo concorda, "A grande questão para se perguntar é se 100% dos 30% do algodão era OGM ou 30% continham traços de OGM? Se fosse 30% de material contaminado com 0,1% de OGM, então este é geralmente aceito como razoável em padrões orgânicos." 
Existe uma cláusula nas Normas de Produção Orgânica e legislação da UE, que diz que um certo nível (0,9% para a UE) de "contaminação acidental 'com OGM é aceitável. No entanto, esta definição também é muito complexa.

Pós-descarroçamento
Curiosamente, cerca de metade das 500 amostras de algodão testadas pelo Impetus foram pós-descaroçamentoKruse diz que seu laboratório pode testar amostras de algodão por determinados OGM. Este está em um estágio muito mais tarde do que alguns na indústria têxtil esperado. "Nós somos capazes de extrair DNA de matérias-primas como fibras (algodão lavado, penteado, branqueado), fios e uma roupa muito poucos casos", disse ele à Ecotextile News, mas ressaltou que não é simples para extrair DNA de matérias-primas ou fibras de algodão processadas e que a extração de DNA (ou mesmo a detecção de modificações genéticas) de tecidos é a excepção e não a regra." 
"Desde que é nossa tarefa diária de lidar com o problema das substâncias inibidoras de co-extraídos com o DNA e sabemos que cada etapa de processamento irá reduzir a qualidade e quantidade de DNA 'adequado'  recomendamos aos nossos clientes para análise de amostras o mais cedo possível, ou seja, no início da cadeia de transformação ", afirmou Kruse. 
Heather Secrit, cientista sênior do Global Group ID: "Podemos detectar OGM em sementes de algodão ou em certos casos, em linters (fibras residuais aderidas à semente de algodão), mas geralmente não há vestígios de sementes de algodão ... onde o material genético está. Uma vez que as fibras tenham sido branqueadas, secas e processadas todos os vestígios do material genético das sementes serão perdidos."
Testar ou não testar?
Esta opinião foi partilhada por Lee Holdstock da Associação do Solo do Reino Unido."Laboratórios de testes de OGM concordam que as fibras processadas, particularmente aqueles sujeitos a calor ou processos químicos, não contém material suficiente de ácidos nucleicos para um resultado confiável. A fibra menos processada têm, a maior possibilidade para a detecção de GM. Portanto, se você deve testar para a GM, o método mais eficaz continua a ser o teste de sementes de algodão ". 


Holdstock também questiona se só os testes GM estão no caminho certo: "Se os produtores de algodão orgânico estão seguindo práticas orgânicas e verificavelmente não utilizam sementes geneticamente modificadas, então provavelmente regimes de testes de sementes são um encargo desnecessário para colocar no sistema." 
Mas ele disse que a confiança na produção e na entidade de fiscalização, contudo, não eliminam a possibilidade de contaminação acidental. "O algodão GM está agora espalhado e o risco de deriva de pólen é real. Potencial para este tipo de contaminação destaca como importante é que o movimento orgânico define claramente o que constitui um teste pertinente e qual o nível de resultados positivos para fraude ou imperícia ", concluiu. 


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Linha orgânica da H&M e C&A está contaminada com algodão transgênico

"A C&A e a Tchibo tiveram suas roupas com algodão orgânico contaminadas com algodão transgênico da Índia, de acordo com a edição alemão do Financial Times.
Cerca de 30% das amotras continham algodão transgênico, informou Lothar Kruser, um diretor da Impetus, um laboratório independente em Bremerhaven, que analisou o algodão em questão. O algodão transgênico foi trazido da Índia, a qual é responsável por mais da metade do suprimento de algodão orgânico global, com uma exportação de aproximadamente 107.000 toneladas da fibra em 2009, segundo o Organic Exchange.
Contudo, Sanjay Dave, a chefe da autoridade agrícola da Índia, Apeda, informou o jornal que a fraude ocorreu em uma "escala gigantesca" e as multas foram emitidas para as entidades certificadoras como a EcoCert e Control Union.
Mas quem culpar?
Com a difusão das culturas biotecnológicas em todo o mundo, a polinização cruzada com orgânico não é inédito. A culpa, no entanto, pode cair em cima das marcas e em seu acompanhamento inadequado das suas cadeias de abastecimento no exterior."As cadeias de moda não eram vigilantes o suficiente", Monika Buening da Agência Federal das Cadeias de Consumo, disse ao jornal Frankfurter Rundschau, acrescentando que tanto a H&M e a C&A precisam agir o mais rápido possível para minimizar os danos.

Um porta-voz da H&M disse à AFP que teve conhecimento do problema no ano passado e admitiu que o algodão GM poderia ter "escorregado" em coleções orgânicas. A C&A, entretanto, informou estar investigando o assunto.

Em um email para a Ecouterre,um representante da H&M insiste que a companhia não tem razão para acreditar que o algodão orgânico tenha sido cultivado com sementes GM.c
A entidade Control Union continua conduzindo auditorias em todas as propriedades de algodão orgânico certificadas da Índia. "Nenhuma das propriedades usaram sementes GM"."

terça-feira, 10 de março de 2009

Monsanto quer algodão Bollgard Roundup Ready neste ano no Brasil

Monsanto espera que o seu algodão Bollgard RR (resistente ao ataque de insetos e tolerante ao herbicida Roundup) seja aprovado no Brasil em 2009. A meta é colocar em comercialização em 2010.
Já foram 5 os transgênicos da Monsanto aprovados pela CTNBio.
Este não é o 1º transgênico com 2 características na mesma planta, já foi aprovado o milho Herculex, resistente a insetos e ao herbicida glufosinato de amônio.
Enquanto isso, um estudo na Índia (Effect on Soil Biological Activities Due to Cultivation of Bt. Cotton) para determinar o efeito do algodão Bt (Bacillius thuringiensis) da Monsanto, na população microbiana de vários solos, teve como resultado um declínio significativo no totalde biomassa microbiana. Se continuar o plantio de transgênico Bt, os pesquisadores estimam que 6,7 milhões de hectares plantados com culturas Bt na Índia possam se tornar estéreis e incapazes de produzir qualquer coisa dentro dos próximos 10 anos.

Fonte: Invertia e Navdanya

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Importação de milho e algodão transgênicos para testes

Enquanto as empresas aguardam a autorização para início dos testes de campo dos transgênicos no Brasil, nos estados de SP, PR, RS e GO (abaixo), a Embrapa faz parceria para produção de milho transgênico, sendo que os próximos alvos são a mandioca e o feijão.

Uma multinacional aguarda liberação da Comissão Técnica Nacional de Biosegurança para importação de 16,96kg de sementes de milho geneticamente modificadas resistentes a insetos e tolerante ao glifosato MON 89034x MON 88017. O produto, oriundo dos Estados Unidos será destinado às algodao transgenicounidades operativas da empresa, localizadas em Não-Me-Toque (RS), Rolândia (PR), Santa Cruz das Palmeiras (SP), Santa Helena de Goiás (GO), bem como Sorriso.

As sementes serão utilizadas no plantio da liberação planejada no meio-ambiente. Em trinta dias a comissão deve julgar o pleito. A mesma empresa também requer da CTNBio parecer técnico para liberação planejada de milho geneticamente modificado e resistente a insetos, tolerante ao glufosinato de amônio e ao glifosato MON 89034 x TC1507 x MON88017x DAS-59122-7 e suas combinações. A proposta tem como objetivo testar a eficácia do material, no controle de lepidópteros praga e larva alfinete.

Os experimentos serão conduzidos nas estações experimentais nas mesmas cidades dos respectivos Estados. A área total da liberação planejada será de 0,54 hectares, sendo que a área com o organismo geneticamente modificado será de 0,46 ha. A

A importação de 14,46kg de algodão geneticamente modificado também encontram-se em análise.

As empresas e instituições de pesquisa, em sua maioria, não têm como intenção ajudar os agricultores... sua intenção principal é produzir cultivares que possam ser vendidas para depois cobrar royalties, aumentando assim o volume de dinheiro de suas próprias carteiras. Afinal, se a intenção é ajudar o produtor, veriam que a área de transgênicos e o interesse dos produtores no Mato Grosso está diminuindo, e se focariam em algo mais útil à agricultura:

Alto custo do glifosato e logística em favor das regiões oeste e noroeste do Estado fazem variedade retroceder na lavoura a cada safra. Tecnologia OGM que já foi vista como ‘salvação da lavoura’ se revela agora em MT, uma variedade cheia de ‘poréns´.

Vedete das lavouras nas safras de 2004, 2005 e 2006, os transgênicos ou OGMs (organismos geneticamente modificados) começam a perder espaço para a soja convencional em Mato Grosso, principalmente na região oeste e noroeste, em lavouras localizadas em Campos de Júlio e Sapezal, por exemplo, onde a presença do grão OGM recua para cerca de 5% da área plantada. A elevação de até 70% nos preços do litro do glifosato – químico específico para este tipo de variedade – e a logística favorecida por meio dos portos de Itacoatiara e Santarém, fizeram com que os sojicultores retrocedessem no planejamento da cultura e optassem pela soja convencional, a isenta de trangenia.

...“O produtor está fazendo as contas antes de plantar e está chegando à conclusão de que trabalhar com OGMs hoje sai muito caro”, aponta o diretor-executivo da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Marcelo Duarte Monteiro...

Fonte: Circuito Mato Grosso e 24h News

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Testes com milho, algodão e soja transgênicos são autorizados pela CTNBio

Duas empresas de fabricação de sementes conseguiram autorização da CNTBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), para uso de sementes geneticamentes modificadas de soja, milho e algodão, importadas, para testes em campo experimental no município de Sorriso, para fins de pesquisa e melhoramento genético. As decisões foram publicadas hoje no Diário Oficial da União.

Uma multinacional desse ramo de atuação importará sementes de soja da unidade da empresa em Buenos Aires, na Argentina, sendo resistente a insetos e tolerante ao glifosato. O material será utilizado no plantio da liberação planejada no meio ambiente, com objetivo de avaliação, seleção e avanço de linhagens endogâmicas e progênesis da soja.

Fonte: Só Notícias

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Notícia triste.... CTNBio aprova algodão transgênico da Bayer


SÃO PAULO (Reuters) - A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira o plantio comercial de uma variedade de algodão transgênico da Bayer, tolerante ao herbicida glufosinato de amônia.

Com aval da comissão formada por cientistas, o próximo passo é a liberação do produto pelo Ministério da Agricultura.

No entanto, se houver recursos contra a decisão da CTNBio no prazo de 30 dias --como ocorreu nas últimas liberações de milho transgênico--, o processo tem que ser encaminhado para o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), órgão formado por representantes de 11 ministérios, que analisa a questão sob o ponto de vista sócio-político.

A decisão da CTNBio teve 18 votos a favor. Três integrantes da comissão votaram contra. Houve duas abstenções.

Foi a primeira aprovação de transgênico pela CTNBio desde setembro de 2007, quando autorizou o milho Bt11 da Syngenta, resistente a insetos.

"Estamos trabalhando desde fevereiro em pareceres e outras atividades, e só agora conseguimos votar", disse o presidente da CTNBio, Walter Colin, em comunicado.

O Brasil já planta comercialmente há alguns anos outras duas variedades de produtos agrícolas transgênicos, a soja (resistente ao herbicida glifosato), e o algodão (resistente a insetos), ambos com patente da Monsanto .

Três varidades de milho já aprovadas pelos órgãos governamentais e com registro no Ministério da Agricultura --da Syngenta, Bayer e Monsanto-- estão em processo de multiplicação de sementes.

Para a próxima safra, estima-se que algumas lavouras de milho transgênico já possam ser semeadas comercialmente.


Fonte: Yahoo Notícias

quarta-feira, 16 de julho de 2008

CTNBio faz reunião hoje (16/07) e pode liberar milho, algodão,arroz e soja transgênicos

Os integrantes da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) se reúnem hoje (16) e amanhã, em Brasília. Na pauta, há 11 pedidos de liberação comercial e outros 33 de liberação planejada no meio ambiente (pesquisas) de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs).

Entre as solicitações, quatro são para a liberação comercial de milho, quatro para a liberação de variedades de algodão modificado, uma para arroz e outra para soja.

Hoje os trabalhos são concentrados nas comissões setoriais: ambiental, vegetal, humana e animal. Amanhã ocorre a sexta reunião plenária de 2008.
Fonte: MS Notícias

sexta-feira, 20 de junho de 2008

CTNBio libera vacina e aprova regras para algodão

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) autorizou na quinta-feira a liberação comercial de uma nova vacina geneticamente modificada dedicada a animais no país. O colegiado também aprovou as regras para o isolamento das lavouras de algodão transgênico em casos de pesquisas e consolidou, por meio do texto-base de uma resolução, as exigências mínimas de documentos e estudos para liberações planejadas na área vegetal.

Na mesma reunião, os membros da CTNBio deram sinal verde à comercialização da vacina contra a circovirose suína, produzida pela multinacional alemã Boehringer Ingelheim. O vírus da doença causa infecções agudas em leitões durante a fase de crescimento. Os animais têm o peso reduzido, diarréia e infecções. O processo começou a tramitar na CTNBio em setembro de 2007.

No caso da liberação de pesquisas para o algodão transgênico, os membros da comissão estabeleceram distâncias mínimas de isolamento para os experimentos em campo. As empresas terão que respeitar uma distância de 800 metros em regiões onde houver o cultivo de sementes crioulas. No caso de vizinhança com áreas plantadas com sementes convencionais de algodão, as empresas terão que prever ao menos 250 metros de isolamento das pesquisas com transgênicos.

A CTNBio também aprovou o texto-base da resolução normativa nº 6, que estabelece regras para a liberação de pesquisas na área vegetal. O texto, que consolida as determinações expressas em três resoluções anteriores, antecipa para a fase da autorização de experimentos no campo boa parte das exigências que eram feitas somente no momento da aprovação comercial.

Até agora, exigíamos boa parte dos estudos apenas na hora da liberação comercial, o que acabava no acúmulo de documentação. Daqui para frente, teremos os estudos previamente à fase final , disse o vice-presidente da CTNBio, o pesquisador Edilson Paiva.

Na quarta-feira, o colegiado ganhou um respaldo político a seus pareceres finais com a decisão do Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) de avaliar recursos contra as deliberações do colegiado somente em casos de interesse nacional ou questões sociais ou econômicas.

O CNBS, composto por 11 ministros de Estado, vinha analisando questões técnicas levantadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) contra liberações comerciais de variedades de milho transgênico no país. Para amenizar a decisão política, o conselho de ministros solicitou a criação de um grupo técnico para estudar as regras de um eventual rastreamento pós-liberação comercial do milho geneticamente modificado no mercado.

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Produtores processados por plantio de algodão transgênico em MT

03 de abril de 2008 - 13:46h
Autor: Assessoria
Fonte: http://www.sonoticias.com.br/agronoticias/mostra.php?id=21618


Uma família de agricultores da cidade de Alto Taquari responderá na Justiça Federal pelo cultivo de algodão transgênico, organismo geneticamente modificado, não autorizado pela Comissão Técnica Nacionial de Biosegurança (CTNBio).

O processo contra os agricultores foi movido pelo Ministério Público Federal a partir de uma fiscalização realizada pelo Ministério da Agricultura (Mapa) na fazenda, de propriedade da família.

Na fiscalização ficou constatado o cultivo com fins comerciais de cerca de 385 hectares de algodão transgênico, com a presença da proteína CP4-EPSP, não autorizado pela CTNBio e a utilização de sementes não descritas no registro de cultivares do Mapa.

Os agricultores já foram autuados pela fiscalização que proibiu a colheita da lavoura e beneficiamento dos grãos e determinou a suspensão da venda do algodão transgênico cultivado.

O procurador da República Marcellus Barbosa de Lima, explica que a produção de organismos geneticamente modificados sem autorização ou em desacordo com com as normas estabelecidas pela CTNBio é crime previsto no artigo 29 da Lei 11.105/95, que prevê de um a dois anos de reclusão e multa.

A pergunta que fica é.... como eles conseguiram? quem deu essas sementes?