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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Arroz OGM com ferro

Uma equipe de pesquisadores do Politécnico de Zurigo, dirigido por Christoff Sautter e Wilhelm Gruissen,  criaram uma variedade de arroz transgênico (ogm) mais rica em ferro do que aquela normal.
Os pesquisadores publicaram o artigo no "Plant Biotechnology Journal". Para obter a variedade OGM, eles transferiram 2 genes vegetais no arroz comum que permite o arroz absorver mais ferro. Isso novamente é chamado de a solução para a fome no mundo... Quem não se lembra do "arroz dourado"?  Aquele que produzia mais betacaroteno (precursor da vitamina A), o problema é que para atender as necessidades diárias era necessário comer 3kg do arroz, o que podia facilmente ser atendido com 100g de cenoura. Então fica a pergunta... quantos kilos desse arroz são necessários para suprir a necessidade diária de ferro??
Fonte: Newsfood.com

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Para que o Brasil não se torne a Argentina

O vídeo é uma reportagem sobre o conflito com os ruralistas na Argentina e como o atual modelo da soja transgênica está prejudicando as populações rurais. Vale a pena assistir.



Para saber mais, acesse o site do Partido Pirata Argentino.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Comissão Européia quer introduzir 2 milhos transgênicos

Abaixo, tradução livre dos artigos da ALICE Economia e VELINO.it, sobre a decisão da Comissão Européia que quer introduzir 2 milhos transgênicos na Europa, um da Syngenta e outro da Pioneer:
A aprovação de mais 2 variedade de milho, ambas geneticamente modificadas para exprimir um gene que produz um inseticida "incorporado" na planta para responder aos lepidópteros que a parasitam, estava bloqueada desde que alguns Estados membros e associações ambientais levaram 11 publicações científicas que indicavam potenciais efeitos nocivos da plantação destes ogm para o ambiente. A EFSA (FDA européia), contudo, concluiu que "as publicações não são idôneas a invalidar a avaliação de risco" e que foram publicados nates da autoridade alimentar. A decisão pasa agora para os especialistas representantes dos Estados membros, e que podem ou não aprovar a proposta da Comissão Européia apenas com a maioria dos votos. Se não for atingida a maioria, a proposta passa diretamente aos ministros dos 27 no Conselho da União Européia, que devem decidir segundo o próprio sistema. Se, também neste caso, não seja alcançada a maioria, a autorização poderá ser dada pela prórpia Comissão Européia.
Legambiente, uma associação ambiental italiana, diz que "a proposta da Comissão européia é um fato grave que esperamos fortemente venha a ser desconsiderado pelo senso de responsabilidade dos países membros chamados para votá-lo"."Se, como é claramente evidente a todos, não podemos contar com a Agência européia para a defesa da nossa saúde - declara o responsável pela agricultura da Legambiente, Francesco Ferrante - ao menos, sejam os governos a assumir a tarefa de defender o ambiente e a economia, contrariando a hipótese devastadora e irreversivel de cultivar plantas ogm na Europa..."
Para quem não se lembra, o jornal britânico, The Independent on Sunday, revelou um escândalo na Europa. Os dirigentes de 27 países da União Européia se reuniram secretamente para acelerar os processos de autorização dos cultivos transgênicos, contrariar a oposição, acalmar a população e intervir a favor dos representantes da indústria. O artigo resume alguns documentos confidenciais bastante espantosos. As reuniões secretas foram convocadas por José Manuel Barroso, presidente da Comissão Européia, e presididas por seu chefe de cabinete, João Vale de Almeida.
A Europa está lutando contra a entrada dos transgênicos. Nós também devemos fazer a nossa parte. Mande emails para as suas marcas preferidas perguntando se utilizam produtos transgênicos, acompanhe o guia do consumidor do greenpeace e não compre alimentos transgênicos. O poder está com o consumidor.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Transgênicos: produtor é refém das indústrias

produtor refem dos transgenicos
Esta semana, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse que o pacote tecnológico de transgênicos mantém o produtor brasileiro refém da indústrias e que o custo desse tipo de produção tem crescido mais do que o das lavouras convencionais.
Os preços de custo dos [produtos agrícolas] transgênicos certamente aumentarão com a alta do dólar e isso acabará estourando no produtor.

"Por isso, temos defendido cada vez mais o uso de lavouras convencionais, com fertilizantes e adubos convencionais, que hoje estão muito mais baratos", disse Cassel.
O ministro avalia que a crise não está repercutindo nas atividades dos pequenos e médios produtores, especialmente na obtenção de créditos. Essas fontes ainda não foram atingidas e têm sido preservadas. Faz parte da estratégia do governo garantir a produção de alimentos para atravessar o período de crise, e a população mais pobre do campo produz 70% dos alimentos consumidos no país", explicou Cassel
.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Em Portugal, agricultores dizem não aos transgênicos

Fonte: Esquerda Net
De todas as explorações agrícolas do Alentejo que em 2007 cultivaram Organismos Geneticamente Modificados, 48% já abandonaram tal opção em 2008. Para a Plataforma Trangénicos Fora estes dados mostram que, apesar da forte promoção dos transgénicos, os agricultores preferem tecnologias e práticas mais eficazes, que apresentem menores riscos para o ambiente, para a saúde humana e para a sua própria economia.

Em comunicado, a Plataforma Trangénicos Fora analisa os dados oficiais de cultivo de milho transgénico em Portugal em 2008, divulgados este mês pelo Ministério da Agricultura.

Os dados mostram um abrandamento muito significativo na área total cultivada. Há um aumento de 11% (486 hectares) de 2007 para 2008, muito longe da subida vertiginosa verificada entre 2006 e 2007 (240%, 3009 hectares). Este ligeiro aumento de 2007 para 2008 é feito à custa de novos agricultores que quiseram experimentar o milho trangénico, principalmente no Vale do Mondego. Mas uma parte muito significativa dos agricultores que já tinham experimentado desistiram.

As regiões do Alentejo e de Lisboa/Vale do Tejo, que em 2007 representavam 86% de toda a área cultivada com OGM em Portugal, registaram uma diminuição de 11% no toal de hectares cultivados. No Alentejo 23 das 48 explorações agrícolas desistiram do milho transgénico.

Segundo a Profª Margarida Silva, coordenadora da Plataforma Transgénicos Fora, "o quadro português, embora com grande falta de dados concretos que o Ministério da Agricultura insiste - contra a lei - em não divulgar, aponta para um ciclo de experimentação e posterior abandono dos cultivos transgénicos por uma faixa significativa dos produtores portugueses." Ainda de acordo com esta bióloga, "esta leitura condiz com um estudo da Comissão Europeia recentemente divulgado em que, de três regiões espanholas estudadas, o cultivo de milho transgénico não propiciava quaisquer vantagens económicas aos produtores de duas delas."

terça-feira, 24 de junho de 2008

Nestlé pede flexibilização de regras para transgênicos na UE

Por

a Nestlé pediu flexibilização de regras na União Européia:

"A postura da Nestlé na União Europeia contrastava com a comercialização dos seus produtos noutras regiões do globo, como a América Latina ou a Ásia. A Greenpeace tem vindo a acusar a Nestlé de dupla atitude, diferenciando "consumidores ricos" de "consumidores pobres". Aos "consumidores pobres" de países como a Tailândia, a Nestlé chega mesmo a vender comida para bebê com ingredientes transgênicos.

O presidente da gigante suíça da alimentação Nestlé, Peter Brabeck, pediu à União Européia (UE) regras mais flexíveis sobre os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) para enfrentar a escalada de preços das matérias-primas agrícolas.

Esta notícia vem colocar um ponto final à posição dúbia da Nestlé em relação aos transgénicos. Durante os últimos anos, a Nestlé assegurava que todos os seus produtos comercializados no espaço europeu eram livres de OGM. Isto permitia assegurar a confiança nos seus produtos, perante a desconfiança generalizada dos consumidores europeus sobre a tecnologia.

Em entrevista ao jornal britânico Financial Times, "Não se pode alimentar o planeta sem os Organismos Geneticamente Modificados". O presidente da Nestlé lamentou a falta de compromisso político a favor dos OGM. Por outro lado, reconhece que esta oposição da UE aos OGM favoreceu a recusa da tecnologia na África. Perante esta posição de uma das mais influentes multinacionais do sector alimentar, e perante o seu já alargado historial de desrespeito pela saúde dos consumidores, só nos resta uma opção como consumidores: boicotar os produtos da Nestlé."