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quinta-feira, 26 de março de 2009

Leite de cabra transgênico contra a diarréia (!)

Leite de cabra transgênico contra a diarréia!!!
O leite deve conter lisozima e lactoferrina humanas em concentrações compatíveis com as presentes no leite humano. Essas substâncias são imunomoduladoras e antibióticos naturais. Essa pesquisa faz parte do projeto Recodisa, que visa criar novos medicamentos às doenças simples e complexas do semi-árido. A pesquisa levará 2 anos e serão gastos milhões de reais.
Pensei que uma solução simples para a diarréia fosse estimular as pessoas a comerem melhor e com mais higiene... O ruim é que desta forma não se cria nada para ser comercializado, não é?

PCB é encontrado em leite materno de brasileiras

Pesquisa da Unicamp avaliou o leite de 200 mulheres e encontrou o PCB (Bifenil policlorado) que é um dos 10 poluentes com alto grau de toxicidade.
Começou a ser utilizado na década de 30, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Depois da produção de milhões de toneladas, viu-se que permanecia no ambiente por muito tempo.
Em adultos pode provocar irritações cutâneas, em crianças há o perigo da anemia, da redução de crescimento, de menor QI, entre outros.
Fonte: Revista Época

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Leite ganha etiqueta "Sem OGM" na Alemanha

Tomara que outras empresas sigam este exemplo!

leite landliede (Campina)rotulado como sem OGMO leite da marca alemã Landliede (Campina) será rotulado como "Sem OGM" pela ausência de utilização de transgênicos na alimentação das vacas leiteiras, afirmou o Greenpeace.

O grupo Campina é a primeira grande empresa leiteira européia à adotar uma política "não OGM", informou o Greenpace num comunicado.

A ONG de proteção ao ambiente pede à indústria leiteira francesa e européia de seguir este exemplo e renunciar aos OGM em toda a cadeia de produção.

"A maior parte dos consumidores não querem leite de vacas alimentadas com OGM", afirma Alexander Hissting, do Greenpeace Alemanha.

Fonte: Romandie.com

Os transgênicos estão sendo empurrados goela abaixo nos brasileiros, mas nós não temos que aceitar. Se informe sobre quais são os produtos transgênicos vendidos no Brasil no Guia do Consumidor do Greenpeace.

Quando fazemos compras, fazemos política!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Monsanto deixa de produzir o Posilac

A Monsanto vai parar de produzir o Posilac (ou rBGH), seu hormônio de crescimento que aumenta a produção das vacas. Várias empresas já haviam se manifestado contra o Posilac, dentre elas a Starbucks e a Kraft.
A reportagem completa está em O Escriba.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Monsanto defende hormônio do leite através de ONG nos E.U.

A Afact, sigla em inglês que significa “Agricultores americanos para o avanço e conservação da tecnologia”, se autodenomina uma “organização de base”, criada para defender o direito dos agricultores/pecuaristas de usar o hormônio de crescimento bovino transgênico, chamado somatotropina (ou rBST, ou ainda rBGH).

O que a Afact não diz é que possui laços estreitos com a Monsanto, que produz o rBGH, comercializado nos EUA com o nome Posilac. O grupo foi organizado pela própria Monsanto e por um consultor de Colorado que tem a empresa na sua lista de clientes. A organização também teve o apoio da firma de marketing Osborn & Barr, que inclui um ex-executivo da Monsanto entre seus fundadores, e trabalhou para a empresa na campanha do Posilac.

Como cada vez mais consumidores americanos estão optando por comprar leite que não contenha hormônios de crescimento artificiais, a Afact começou uma contra-ofensiva buscando impedir que os rótulos de leite informem a ausência do hormônio. Essas informações foram publicadas pelo jornal New York Times, edição de 09 de março deste ano.

O hormônio transgênico desenvolvido pela Monsanto é injetado nas vacas para aumentar a produção de leite. Diversos estudos indicam que o hormônio produz efeitos colaterais nas vacas, como o aumento da incidência de mastite (inflamação nas mamas), e que provoca no leite o aumento do nível de outro hormônio associado ao surgimento de câncer de mama, próstata e colo.

O rBGH é proibido na maior parte dos países, mas liberado nos EUA e no Brasil. Dois produtos comerciais são vendidos aqui: o Lactotropin, da Elanco, e o Boostin, da Schering-Plough. Nenhuma das empresas informa que o produto é transgênico e o Ministério da Agricultura não fiscaliza seu uso.

Fonte: Conselho de Fiscalização do Cumprimento da Lei de Transgênicos

Obs: Essa história de querer impedir a rotulagem de transgênicos se parece muito com a que ocorre aqui no Brasil...

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Wal-Mart veta leite com hormônio transgênico nos EUA

A rede de supermercados Wal-Mart declarou na última quinta-feira que o leite da sua marca-própria chamada Great Value está sendo adquirido somente de vacas que não tenham sido tratadas com hormônios artificiais de crescimento, como o hormônio transgênico somatotropina (rBST).

A rede varejista disse que a sua cadeia Sam’s Club também está oferecendo apenas leite de fornecedores que garantiram não tratar suas vacas com o rBST.

Embora o FDA (agência governamental americana que regulamenta alimentos e medicamentos) tenha dito que o leite de vacas tratadas com o rBST não apresente riscos para a saúde humana, o Wal-Mart disse que fez a mudança em resposta à demanda dos clientes.

Outra rede varejista, a Kroger Co., com 2.500 lojas nos Estados Unidos, começou no mês passado a vender somente leite produzido sem o uso de hormônios como o transgênico rBST. A Safeway Inc. com mais de 1.700 lojas, também mudou seus produtos de marca própria para oferecer leite sem rBST, embora também venda leite de outras marcas produzido por vacas tratadas com o hormônio. E, desde janeiro, a Starbucks Corp. também só está usando leite sem rBST em suas lojas.

Fontes:
Reuters, 21/03/2008.
ReportonBusiness.com, 22/03/2008.
Figura: John Hannah

Detecção de Sequências de DNA modificado em leite na Itália

Este estudo mostra algo cuja possibilidade era até então negada pelos defensores de transgênicos: o DNA das plantas transgênicas aparece no leite das vacas que foram alimentadas com essas rações.
De 60 amostras de leite, de 12 marcas diferentes, 15 amostras (25%) apresentaram sequências de DNA de milho transgênicos e 7 amostras (11,7%), sequências de DNA de soja transgênica.

O trabalho é intitulado: "Detection of genetically modified DNA sequences in milk from The Italian market". Autores: A. Agodi et al. /Revista: Int. J. Hyg. Environ.-Health 209 (2006) 81–88

http://www.zivilcourage.ro/pdf/Detection_of_GM_DNA_sequenses_in_Milk_Italy.pdf