segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Fábrica da Syngenta em Paulínia tem agrotóxicos apreendidos
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Comissão Européia quer introduzir 2 milhos transgênicos
A aprovação de mais 2 variedade de milho, ambas geneticamente modificadas para exprimir um gene que produz um inseticida "incorporado" na planta para responder aos lepidópteros que a parasitam, estava bloqueada desde que alguns Estados membros e associações ambientais levaram 11 publicações científicas que indicavam potenciais efeitos nocivos da plantação destes ogm para o ambiente. A EFSA (FDA européia), contudo, concluiu que "as publicações não são idôneas a invalidar a avaliação de risco" e que foram publicados nates da autoridade alimentar. A decisão pasa agora para os especialistas representantes dos Estados membros, e que podem ou não aprovar a proposta da Comissão Européia apenas com a maioria dos votos. Se não for atingida a maioria, a proposta passa diretamente aos ministros dos 27 no Conselho da União Européia, que devem decidir segundo o próprio sistema. Se, também neste caso, não seja alcançada a maioria, a autorização poderá ser dada pela prórpia Comissão Européia.Legambiente, uma associação ambiental italiana, diz que "a proposta da Comissão européia é um fato grave que esperamos fortemente venha a ser desconsiderado pelo senso de responsabilidade dos países membros chamados para votá-lo"."Se, como é claramente evidente a todos, não podemos contar com a Agência européia para a defesa da nossa saúde - declara o responsável pela agricultura da Legambiente, Francesco Ferrante - ao menos, sejam os governos a assumir a tarefa de defender o ambiente e a economia, contrariando a hipótese devastadora e irreversivel de cultivar plantas ogm na Europa..."
Para quem não se lembra, o jornal britânico, The Independent on Sunday, revelou um escândalo na Europa. Os dirigentes de 27 países da União Européia se reuniram secretamente para acelerar os processos de autorização dos cultivos transgênicos, contrariar a oposição, acalmar a população e intervir a favor dos representantes da indústria. O artigo resume alguns documentos confidenciais bastante espantosos. As reuniões secretas foram convocadas por José Manuel Barroso, presidente da Comissão Européia, e presididas por seu chefe de cabinete, João Vale de Almeida.sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Resultado da reunião da CTNBio
A CTNBio aprovou na quinta-feira a liberação comercial de duas novas variedades de milho e de um tipo de algodão geneticamente modificado no país. O milho " Roundup Ready " , produzido pela multinacional americana Monsanto, e a variedade " GA21 " , desenvolvida pela européia Syngenta - maior empresa de sementes e defensivos do mundo -, foram aprovados por 16 votos favoráveis e quatro contrários. Ambos os produtos são tolerantes ao herbicida glifosato. O colegiado também aprovou a liberação comercial do algodão transgênico " Roundup Ready " , outro produto da Monsanto." Havia dois processos de 2004 e um de 2006. Então, o que fizemos foi nivelar as liberações aos tempos de entrada dos processos " , afirmou o presidente da CTNBio, o médico bioquímico Walter Colli. " É razoável que agora a CTNBio passe a analisar processos de 2006 para cá " , disse. Também na reunião de quinta-feira, a comissão aprovou, ainda, a comercialização da vacina transgênica contra a circovirose suína desenvolvida pela companhia Intervet Veterinária.
haviam sido permitidos no Brasil: o milho tolerante ao herbicida glufosinato de amônia, desenvolvido pela alemã Bayer CropScience, além do milho " Bt Yieldgard " , da Monsanto, e da semente " Bt11 " , da Syngenta, ambos resistente a insetos. A CTNBio também aprovou nesta movimentada reunião de quinta-feira sete pedidos de liberação planejada no meio ambiente, destinados a pesquisa de campo. Os integrantes da comissão aprovaram, ainda, uma resolução normativa para disciplinar essas liberações planejadas.
Fonte: Mauro Zanatta - Valor Econômico
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Agora são 7 os países europeus que não querem transgênicos
continente. Agora, França, Romênia, Polônia, Hungria, Grécia, Suíça e Áustria não produzem transgênicos.A decisão mais recente é da Suíça. O seu governo aprovou a extensão, por três anos, da moratória atualmente vigente contra o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM), que assim irá manter-se até 2013. Para o agrônomo Valdir Izidoro Silveira, a posição desse país é a mais emblemática. “Na Suíça fica a sede da multinacional Syngenta, onde a empresa não pode nem sequer efetuar pesquisas com os transgênicos. Então, ela faz aqui o que não pode fazer em seu país”.
A Irlanda segue o mesmo caminho. O ministro irlandês da Agricultura, Brendan Smith's, confirmou a política oficial de manter o país livre de culturas transgênicas. Também a Grécia assume posição contrária aos transgênicos. O governo grego decidiu estender a moratória ao cultivo do milho transgênico MON 810, por mais dois anos. Segundo o ministro da agricultura, Alexandros Kondos, “esta nova decisão está baseada nas mesmas bases legais e científicas mas inclui novas descobertas e dados científicos, nomeadamente quanto à saúde humana e apicultura”.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
CTNBIO confirma liberação do milho transgênico da Syngenta
Por Mauro Zanatta e Bettina Barros.
O Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) ratificou ontem a liberação da comercialização de milho transgênico Bt11, produzido pela multinacional de defensivos agrícolas Syngenta.
Por oito votos, o órgão composto por onze ministros de Estado manteve a decisão da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) que, em setembro do ano passado, concedeu a terceira autorização para liberação comercial de variedades de milho no país.
O conselho considerou improcedente o recurso administrativo apresentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra a variedade transgênica.
Em outra decisão importante, ficou definido que o CNBS deverá analisar apenas os recursos administrativos ligados a questões de interesse nacional ou que envolverem aspectos econômicos e sociais, conforme determina seu regimento interno. ´Com a decisão, o CNBS deixa de avaliar recursos que apresentem os mesmos argumentos técnicos que já tiverem sido analisados no âmbito da CTNBio´, informa o órgão.
O presidente da CTNBio, o médico bioquímico Walter Colli, informou ter havido um consenso no CNBS de que o novo recurso da Anvisa ´nem deveria ter sido admitido´ porque os argumentos técnicos eram similares aos apresentados em dois casos anteriores, que já haviam sido rejeitados pelo conselho de ministros. ´Nem o ministro Temporão [Saúde] votou a favor´, disse Colli. ´Ele apenas ressalvou que a CTNBio deveria deixar claro que utiliza estudos independentes das empresas, o que já fazemos, mas não sublinhamos´, afirmou.
Os nove ministros presentes à reunião do CNBS - os outros dois mandaram secretários-executivos, com direito a voto - endossaram um pedido de monitoramento pós-liberação dos transgênicos especificamente para a saúde humana. Colli informou que o Ministério da Ciência e Tecnologia formará um grupo de trabalho para avaliar a possibilidade. ´Mas não é fácil porque requer um sistema de rastreamento. Podemos pegar bolsas de sangue de hemocentros, por exemplo, e fazer avaliação sobre a presença do gene do milho transgênico. Não vai encontrar, mas pode fazer´, afirmou.O presidente da CTNBio disse ainda ser necessário garantir condições de sobrevivência das empresas. ´Não pode fazer exigências que levem as empresas, principalmente as nacionais, à falência. Mas isso não é minha função. É dos órgãos de saúde´.
Votaram a favor do recurso da Anvisa os ministros Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário), Carlos Minc (Meio Ambiente) e Altemir Gregolin (Pesca). Estiveram ausentes os ministros Celso Amorim (Relações Exteriores) e Tarso Genro (Justiça).
Após a publicação do resultado da reunião do Conselho no Diário Oficial da União, prevista para os próximos dias, a Syngenta deve registrá-la no Ministério da Agricultura para fins de plantio e multiplicação de sementes. Além do B11, já haviam sido aprovados o MON810, da Monsanto, e Bayer LL, da Bayer.
O plantio comercial do milho transgênico teve sua avaliação adiada algumas vezes devido a exigências de informações sobre fluxo gênico e regras de monitoramento e transporte. O Brasil é o 13º país no mundo a aprovar o milho geneticamente modificado.
Fonte: Valor Econômico
Foto: Quem conhece realmente as consequências dos OGMs?
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Syngenta e Monsanto fecham pacto tecnológico (Agência Estado)
Fonte: Agência Estado Por Deise Vieira
23 de maio de 2008
As duas empresas disseram em comunicados que concordaram em estabelecer todo litígio sobre patente, antitruste e questões comerciais entre elas e suas subsidiárias.
As disputas incluem a ação antitruste da Syngenta contra a Monsanto, todos os casos de infração relacionados às tecnologias de produtos para milho tolerantes a herbicidas e de proteção contra insetos, e uma disputa entre as partes sobre tecnologia de produtos para a soja tolerantes a herbicidas.
A Syngenta e a Monsanto também decidiram permitir uma a outra o desenvolvimento e entrega de novos produtos para milho, algodão e soja tolerantes a herbicidas e para proteção contra insetos.
"Estamos otimistas de que o acordo pode ajudar a reduzir as disputas no futuro", afirmou o porta-voz da Monsanto, Lee Quarles. "Acredito que a habilidade para diminuir a disputa, para que possamos colocar os clientes em primeiro lugar, é uma prioridade."
Para Medard Schoenmaeckers, porta-voz da Syngenta, "a maior vitória do pacto é para os produtores. Temos mais flexibilidade agora para trazer novos produtos para o mercado." As informações são da Dow Jones.


