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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Mais vitamina A? Não precisa de transgênicos... melhoramento convencional resolve

A Embrapa lançará dia 4 de novembro, a cenoura Planalto. Apresenta comportamento similar a cultivar Brasília, sendo indicada para plantio de verão. Ela apresenta resistência à queima-das-folhas, nematóides e ainda tolerância ao florescimento, o que permite maior período de plantio.
Além disso, apresenta uma coloração alaranjada intensa das raízes. O que significa alta concentração de beta-caroteno, um antioxidante que é convertido pelo organismo em vitamina A. A cultivar ‘Planalto’ apresenta teor de carotenóides pró-vitamina duas vezes maior em relação à cultivar ‘Brasília’.
Com preço mais baixo que os materiais híbridos, será importantíssima junto aos pequenos produtores.
Quanto à resistência às doenças e às qualidades nutracêuticas fazem com que a cenoura Planalto conquiste um espaço destacado na agricultura orgânica. A previsão da Embrapa Hortaliças é que o novo material ocupe 70% do mercado orgânico nos próximos oito anos.
Então, para quê são mesmo necessários os transgênicos?

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Duas variedades de soja transgênica foram lançadas pela Embrapa

A Embrapa lançou duas variedades de soja transgênica tolerantes ao herbicida glifosato, princípio ativo do Roundup, da empresa Monsanto. As variedades BRS 278RR y BRS 279RR são indicadas para as regiões norte e nordeste do país.

As sementes transgênicas chamadas de “brasileiras” são desenvolvidas em parceria com a Monsanto, num sistema em que a Embrapa disponibiliza as variedades melhoradas e adaptadas às diferentes condições de solo e clima do Brasil, enquanto a Monsanto autoriza o uso de sua tecnologia de tolerância ao seu próprio herbicida. Nestes casos, os royalties da venda das sementes é repartido entre as duas instituições.

Fonte: Boletim 400 - Por um Brasil Livre de Transgênicos


quinta-feira, 17 de abril de 2008

Embrapa, Epamig e Fundação Triângulo usam tecnologia RR

Uberaba desenvolve novas variedades de soja

Por Fernando Natálio

17/04/2008

Duas novas variedades de soja comercial chegarão aos agricultores da região de Uberaba, para serem utilizadas ainda este ano, prometendo mais vantagens que as já existentes. Os dois tipos são frutos de cerca de onze anos de pesquisas. Todos os anos, são desenvolvidas novidades como essas. "Neste ano, criamos duas e vamos colocá-las nas mãos dos produtores de sementes para que eles possam multiplicá-las. Eles poderão plantar estas sojas já na próxima safra, no final deste ano, colhê-las em 2009 e lançá-las no mercado, disponibilizando-as para os consumidores", ressalta o pesquisador da Embrapa, Neylson Arantes.

Rotatividade. Uma parceria entre Embrapa, Epamig e Fundação Triângulo permitiu a criação de uma semente de soja convencional precoce, voltada para situações de safrinha e renovação de cana: a BRSMG 752S – este S no final é colocado para lembrar que se trata de uma soja que permite a safrinha.

O Programa de Melhoramento executado através dessa parceria possibilitou o desenvolvimento dessa soja, cujo ciclo é de 110 dias na região. Para permitir a plantação de safrinha, o plantio deve começar cedo, conforme explica Neylson. O processo deve ser aberto no início de novembro para que a colheita ocorra em fevereiro. Nesse caso, o produtor poderá aderir a uma safrinha de milho ou sorgo.

Ainda segundo Neylson, essa variação da soja também é ideal para quem tem terras onde é freqüente o cultivo de cana. "Depois de cortar a cana vezes seguidas, o canavial fica debilitado e a terra precisa de novo plantio para ser recuperada. E uma destas novas variedades da soja lançadas por nós possui características para se encaixar neste quadro", revela.
"E ela detém ganho genético. Por isso mesmo, a produtividade desta BRSMG 752S é excelente e supera as variedades tradicionais neste quesito. O seu ganho médio em relação às outras é de 10%", completa.

Resistência. Ainda de acordo com o pesquisador, há uma outra variedade de soja comercial desenvolvida através da parceria. É a BRSMG 811CRR, cuja característica principal é a resistência à praga nematóide cisto, um problema complicado que costuma ser verificado em nossa região. "Ela também é resistente à nematóide de gália e possui produtividade satisfatória, superior à registrada pelas variedades tradicionais plantadas onde existem estas pragas", garante o pesquisador. Conforme Neylson, o RR no final do nome dessa variedade indica soja transgênica resistente ao herbicida glifosato.

Fonte: Jornal da Manhã Online